| true- Segunda-Feira 21 Maio de 2012
Informação financeira da Euronext, disponibilizada por
Comstock
- A Division of Interactive Data Corporation.
 01/02/12, 00:55 OJE O volume de investimento nacional foi de apenas 250 milhões de euros em 2011. Por seu lado, as prime yields têm vindo a ajustar-se gradualmente, com tendência de subida em todos os segmentos. O volume de investimento nacional foi de apenas 250 milhões de euros em 2011. Por seu lado, as prime yields têm vindo a ajustar-se gradualmente, com tendência de subida em todos os segmentos.
O volume de investimento nacional foi de apenas 250 milhões de euros em 2011, ficando apenas acima dos valores de 2000 e bastante abaixo da média anual dos últimos 10 anos. Em relação ao ano anterior a quebra foi de cerca de 65%. A análise da Worx salienta que o mercado de Escritórios voltou a ser um dos mais atrativos para investimento, com 38% de share de mercado, seguido do Retalho, com 28%, e por último o setor Industrial e Logístico com apenas 11% de quota. Em relação às prime yields, estas têm vindo a ajustar-se gradualmente, registando-se uma tendência de subida em todos os segmentos que se manterá no curto prazo. As prime yield para os três principais sectores de escritórios fixam-se em 7,5% para escritórios e retalho e em 8% para industrial e logística o que revela um crescimento de 0,5 pontos base nos escritórios e 0,25 pontos basenos segmentos de retalho e industrial e logística.
No que diz respeito ao investimento por tipo de setor, as maiores operações de escritórios efectuadas em 2011 foram protagonizadas por investidores internacionais num total de 57 milhões de euros, cumprindo os actuais requisitos de investimento: produtos core em boas localizações, com inquilinos fiáveis e contratos de arrendamento de longa duração. De salientar que a maior transação de investimento foi a aquisição das lojas Continente e Worten do Centro Comercial Vasco da Gama pelo Fundo de Investimento Imobiliário Imofomento por 42,6 milhões de euros. Em 2011 assistiu-se ao crescimento do investimento por parte de family offices internacionais, revelando assim confiança no mercado e na economia portuguesa. Quanto ao investimento por tipo de investidor, os Fundos Nacionais continuam a ser os principais players do mercado, seguidos dos investidores privados que totalizaram 18% do volume de investimento, com um total de aproximadamente 45 milhões de euros. No entanto, a própria actividade dos fundos de investimento imobiliário nacionais encontra-se bastante aquém da atividade dos últimos anos o que se prende com a ausência de liquidez dos mesmos, a ausência de stock para investimento e se traduz num decréscimo de quase 2% face ao VLF do final do ano de 2010.
Perspetivas O ano de 2012 será um ano difícil e pouco animador com a manutenção de um reduzido nível de actividade do mercado de investimento nacional, muito devido às medidas de austeridade já implementadas. Prevê-se que a falta de confiança no mercado se mantenha, tanto ao nível internacional como nacional, tendo como consequência uma postura mais cautelosa por parte dos investidores nas opções de financiamento. A restrição ao financiamento continuará a ser uma realidade, condicionando desta forma o nível de investimento e acção dos investidores aptos a concretizarem operações. Estima-se que a ausência de atractividade do mercado português para investidores internacionais manter-se-á ao longo de 201
  300 Visualizações
Mercados OJE
Informação financeira da Euronext, disponibilizada por
Comstock
- A Division of Interactive Data Corporation.
|
NEWSLETTER
Receba as últimas notícias no seu email!
Para personalizar a sua newsletter
clique aqui.
Não foi seleccionado nenhum parâmetro para a pesquisa. Não foi seleccionado nenhum parâmetro para a pesquisa. | |