Office as a Service: Uma Solução para novos Desafios ![]() 15/02/12, 00:20 Por Carlos Gonçalves * Uma das preocupações nos tempos que correm é a dos custos fixos associados ao espaço de escritório. Quais as estratégias que as empresas estão a desenvolver neste domínio? Para além de redefinirem a sua localização, estão a apostar na racionalização de espaços e em novos modelos que traduzam, por um lado, uma redução dos encargos e, por outro, uma relação custo-benefício equilibrada. E é aqui que surge a opção do escritório chave-na-mão, também designado "Office as a Service", um conceito ainda recente, mas que ganha cada vez mais expressão face às mais-valias que oferece, tanto para pequenas como para grandes empresas. O "Office as a Service" consiste no arrendamento de um escritório num Centro de Negócios, que inclui no valor mensal um conjunto de serviços essenciais à atividade empresarial: acesso 24h/7 dias semana, serviço de receção, atendimento telefónico personalizado, Internet, linha telefónica, mobiliário, manutenção, eletricidade, água e limpeza diária. Na renda mensal está ainda incluída a utilização de salas de reunião equipadas com tecnologia de última geração para apresentações e ações de formação. O "Office as a Service" é um modelo oferecido por Centros de Escritórios localizados em moradas de prestígio com boas acessibilidades, tanto de automóvel como de transportes públicos, sendo, por isso, um fator de credibilidade face à possibilidade de as empresas estarem sediadas em locais premium e usufruírem de instalações modernas de escritórios. Muitas das empresas que contratam este serviço têm a necessidade de um atendimento telefónico e presencial permanente, não precisando de contratar pessoas para o efeito - este serviço está incluído na renda - outra mais-valia é estarem concentradas no seu "core": nas ausências de pessoal, o secretariado do Centro assegura o atendimento, recebe correio e reencaminha os recados e chamadas para o exterior, em tempo real. Para além da imagem, a flexibilidade é outra vantagem deste modelo: as empresas podem abrir um escritório com dois colaboradores e se necessitarem de aumentar a estrutura podem transitar para um espaço maior no mesmo edifício, mantendo a morada e os contactos: o critério do valor associado ao escritório é a área e não o número de postos de trabalho; para além disso, o escritório virtual ou o coworking também poderão ser uma solução, no caso de a empresa optar pelo teletrabalho ou reduzira estrutura de pessoal ao mínimo. No contexto atual de recessão, a diferenciação é a palavra-chave, para além do controlo de custos. Empresas que apostam na racionalização de espaço, mas que mantêm como exigências o conforto e qualidade das instalações, a centralidade do escritório, a proximidade com os clientes e a eficiência no atendimento, são aquelas que ganharão os novos desafios. * Avila Business Centers www.avilabusinesscenter.com www.escritoriosinteligentes.blogspot.com ![]() ![]() |