O Modelo de Gestão EFR: uma experiência de sucesso na gestão do talento EFR 07/12/11, 01:00Por Roberto Martinez * Tanto a sociedade portuguesa como a espanhola regem-se por um modelo democrático, aberto e participativo, no âmbito do qual homens e mulheres desenvolvem ou pretendem desenvolver uma actividade profissional, como parte do seu desenvolvimento. O trabalho remunerado deixou de ser, em muitos casos, um mero meio para a obtenção de rendimento para se tornar numa das dimensões mais importantes da nossa vida, juntamente com a família, na busca de uma vida mais plena e, sobretudo, de um projecto de felicidade. Esta mudança paulatina de paradigma, de uma sociedade em que o homem provia o sustento e a mulher cuidava dos seus entes queridos, para este no qual ambos partilham funções e responsabilidades, causou mudanças muito importantes e transformações no final do século XX e especialmente nesta nova década, que é também um novo século e milénio (e talvez também uma nova era). Novas dificuldades, novos desafios mas também novas oportunidades Em Espanha, desde 2005, temos trabalhado firmemente em primeiro lugar na concepção e depois no desenvolvimento de uma nova cultura empresarial e pela gestão dos recursos humanos, após verificar as alterações nos modelos de sociedade. Em Espanha, desde 2005, temos trabalhado firmemente em primeiro lugar na concepção e depois no desenvolvimento de uma nova cultura empresarial e pela gestão dos recursos humanos, após verificar as alterações nos modelos de sociedade. Algumas das principais características da mesma são a eficiência e a orientação para resultados, o uso da tecnologia, a eliminação do presencialismo e a flexibilidade, tudo sob o âmbito de um novo estilo de liderança e gestão. Necessitamos novos líderes que nos orientem face aos desafios que se apresentam: a globalização, a ameaça asiática, a eliminação das fronteiras e agora a necessidade de adaptar as empresas ao novo ambiente social e não o contrário. É neste contexto competitivo que a conciliação aparece-nos como uma poderosa e alternativa solução. A nossa noção de conciliação vai muito além de uma interpretação restritiva como uma questão de horários. Descobrimos o enorme potencial do conceito de conciliação principalmente através da sua transversalidade. A conciliação não é um fim, mas sim um meio. A conciliação torna-se numa nova e poderosa ferramenta para transformar empresas, organizações e sociedades inteiras. Responde às novas realidades sócio-profissionais e proporciona resultados tangíveis, estimulantes e mensuráveis. A conciliação é uma oportunidade fantástica de mudar e melhorar. Portanto, o modelo de gestão EFR (www.certificadoefr.org) é uma ferramenta que permite às organizações gerar uma mudança, uma transformação para organizações mais modernas e flexíveis, melhor preparadas para a mudança e novos tempos, ou seja organizações mais sustentáveis. * Director da Fundación Másfamilia ![]() ![]() ![]() 07/12/11, 01:03 Nuria Chinchilla: “Às grandes empresas custa mais serem flexíveis”6 questões a Nuria Chinchilla, directora do Centro Internacional Trabalho e Família do IESE Business School07/12/11, 01:02 Eles já dão o exemploPorque é com os melhores exemplos de boas práticas familiarmente responsáveis que se incentiva a implementação de novas políticas em mais empresas, conheça07/12/11, 01:01 Empresas Familiarmente ResponsáveisQuando a crise intensifica as dificuldades sentidas pelas famílias e obriga a empresas a exigir cada vez mais dos seus colaboradores, a implementação de07/12/11, 01:00 Leonor Centeno: “Estratégias familiarmente responsáveis têm impacto nos colaboradores, nos clientes e na comunidade"Se em tempos de crise a produtividade é um elemento-chave de sobrevivências das empresas, a promoção de medidas que promovam a conciliação família-trabalho |