| true- Segunda-Feira 21 Maio de 2012
Informação financeira da Euronext, disponibilizada por
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Gestão profissional para ganhar Gestão de Activos 03/11/11, 10:53
Investir em high yield, investir em mercados emergentes, aplicar em matérias-primas, ou ficar quieto e nada fazer são, tudo, opções de aforro e investimento e todas poderão ser ganhadoras. Mas, aquilo que a história dos mercados nos ensina é que a volatilidade e a globalidade significa oportunidades desde que se saiba o que se está a fazer. A gestão profissional, independente e transparente é um dado nuclear dentro da estratégia de investimento. A classe de activo de high yield é uma boa solução, mas que só deve ser trabalhada por profissionais da indústria. É preciso conhecer as empresas e apostar nos balanços fortes. A F&C analisa este tema. A incerteza nos mercados e a aversão pelo risco pode prejudicar este tipo de investimento. Por isso há que aprender uma primeira lição: saber até onde pode ir o seu risco e depois ver se tem perfil adequado ao produto. Pode fazer um "mix" entre os diversos riscos. Para quem pensa na gestão de patrimónios no muito longo prazo, Joaquim Luís Gomes, responsável da área de Investimentos do fundo Dunas Capital, afirma que é necessário pensar nos "baby-boomers" do futuro e esses são os jovens chineses. O crescimento da China é alimentado em 50% pelo investimento em infra-estruturas e apenas a 35% pelo consumo da população. A tendência é que o consumo se sobreponha às infra-estruturas. O rebalanceamento da economia será feita por aqui, sustenta. Por outro lado, diz o mesmo responsável da Dunas Capital: "É pouco credível que aquilo que se passou nos últimos 30 anos, em que as obrigações renderam mais do que as acções, volte a acontecer. As obrigações com pouco risco, caso das alemãs ou das norte-americanas, pagam abaixo de 2%. A volatilidade para aquele gestor é uma oportunidade, e a situação actual é muito idêntica à dos anos 30 do século passado. Explicar a situação actual aos investidores não é fácil, pois ninguém está a antecipar e a descontar os efeitos da eventual saída de um país da zona euro.
A aposta em moedas (cambial) é solução em que grande parte dos portugueses investidores gosta de tentar, sobretudo no crosse euro/dólar. Temos declarações da Worldspreads sobre a temática e os conselhos para evitar uma excessiva exposição ao risco. Sabemos que afinal o euro não vai cair como se pensava e até pode valorizar, tendo em conta a necessidade de equilíbrio que a China precisa a nível das yields onde investe. A questão da inflação na zona euro, que se situava em Setembro nos 3% torna difícil à nova administração do BCE tomar decisões. Afinal a eventual descida das taxas de juro já não acontecerá antes do início do próximo ano (a acreditar nos analistas). Mas há quem prefira os instrumentos convencionais como as obrigações e aí têm a alternativa dos mercados maduros, mas também dos emergentes. A recomendação que temos, vai no sentido de uma aposta em obrigações de países emergentes em crescimento, sendo que o negócio deve ser feito na divisa local e mantido como tal. As matérias-primas são alternativas "estafadas" a nível de metais preciosos e de instrumentos agrícolas. Mas, mesmo assim, continua a constituir uma oportunidade, tendo em conta as previsões a nível de necessidades alimentares para a humanidade que já superou os sete mil milhões de seres humanos. Os metais preciosos são um refúgio, mas o ouro não pára de valorizar há 11 anos e a turbulência do mercado fá-lo atingir sucessivos recordes. A questão recente em torno da Grécia só veio dar razão a quem privilegia a segurança, a diversificação e o conhecimento das geografias onde investe.
Mas nem todos optam por estratégias de defesa, Gonçalo Pereira Coutinho, administrador da Fincor, afirma que a volatilidade pode fazer os investidores perder ou ganhar muito dinheiro. A Fincor tem estado muito activa nestes dias no mercado accionista, nos CFD e nos warrants, activos de risco e que podem gerar "oportunidades para fazer muito dinheiro num período muito curto". Os clientes, que são aconselhados por profissionais, têm apenas parte dos seus activos alocados ao risco. O mesmo gestor afirmou que a turbulência que se vive não tem feito os investidores sair do euro, embora acredite que os menos agressivos estejam a preferir deslocar-se para o dólar ou o franco suíço.

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Comentários
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03/11/11, 10:50O papel do analista financeiro está bem definido. No período conturbado que os mercados vivem a análise financeira tem de ser absolutamente isenta e  03/11/11, 10:49Investir em high yield, investir em mercados emergentes ou aplicar em matérias-primas são, todas, opções de aforro e investimento que poderão ser ganhadoras. A  03/11/11, 10:48Como gestora de investimentos, a Schroders considera uma das suas responsabilidades a procura de soluções para os problemas reais que afectam a vida financeira  03/11/11, 10:45Investir em obrigações de high yield (elevado rendimento) pode trazer vários benefícios. Estas providenciam capital para empresas de baixa (ou sem) notação de  Mercados OJE
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