| true- Segunda-Feira 21 Maio de 2012
Informação financeira da Euronext, disponibilizada por
Comstock
- A Division of Interactive Data Corporation.
Salvaguardar o futuro Gestão de Activos 03/11/11, 10:48
Como gestora de investimentos, a Schroders considera uma das suas responsabilidades a procura de soluções para os problemas reais que afectam a vida financeira dos seus clientes. Um dos maiores de entre todos é o da poupança para a reforma. Este é um problema estrutural que tem vindo a agravar-se nas últimas décadas e que se agudiza particularmente na actual conjuntura. Por um lado, a quebra de rendimentos torna a poupança mais difícil e, compreensivelmente, relativiza a questão da garantia de rendimentos futuros quando comparada com a subsistência no presente. Por outro, o equilíbrio das contas do Estado irá provavelmente requerer um constante ajuste das pensões de velhice, senão em termos nominais pelo menos em termos reais, e certamente em proporção das contribuições feitas. Isto fará com que a poupança para a reforma seja cada vez mais importante. Não seria demais dizer que aquilo que até há poucos anos era considerado um complemento facultativo se transformará, nas próximas décadas, na fonte principal de rendimento na velhice para todos menos aqueles que se encontram no sistema não contributivo ou nos escalões mais baixos de rendimento, onde o Estado deverá continuar a assegurar um nível de rendimento próximo ao da vida activa como parte do contrato de solidariedade social entre os diferentes elementos da população. Esta deveria portanto ser uma preocupação de todos. Recentemente, a Schroders fez um estudo à escala europeia, segundo o qual três em cada quatro investidores disseram que tinham sido negativamente afectados pela instabilidade económica dos últimos anos, e mais de um em cada cinco (21%) que estavam preocupados por provavelmente se irem ver obrigados a atrasar a data de reforma e prolongar a vida activa para lá do que tinham planeado. O que é talvez mais impressionante é que este foi um estudo dirigido a investidores considerados afluentes, com mais de 100 mil euros em activos disponíveis para investimento, excluindo a sua casa. A fonte de preocupação mais frequentemente citada era exactamente a possibilidade de que o valor acumulado dos seus investimentos e a sua pensão não fosse suficiente para lhes proporcionar o nível de vida que gostariam de ter na reforma.
Um em cada cinco dos entrevistados acredita que o seu nível de vida na reforma vai ser inferior ao dos seus pais. A confirmar-se este receio, poderemos assistir a uma mudança radical no panorama económico dado que este segmento da população tem uma importância determinante na geração de crescimento económico de um país e na manutenção de um sistema fiscal robusto, sistema este no qual assenta o mecanismo de redistribuição de riqueza. Felizmente há alguns sinais positivos: em oito dos dez países onde o estudo foi efectuado, os investidores tinham ido mais além da simples preocupação e diziam-se mais inclinados a calcular objectivamente o impacto que de facto iriam sentir, e 15% disseram que desejavam ter tido mais aconselhamento profissional no momento de constituir o seu plano de poupança. Genericamente, estas observações tinham já sido feitas no Observatório da Poupança organizado no princípio do ano em Lisboa pela Schroders e o Jornal de Negócios. O evento reuniu representantes de gestores e distribuidores de produtos de investimentos para debater a situação no sector e procurar soluções para os problemas que afectam os investidores nacionais. Já então tinha ficado claro que é absolutamente necessário sensibilizar a população em geral para a necessidade de se informar sobre as prestações futuras que, de acordo com os parâmetros actuais, poderá esperar do sistema público de segurança social, e concluir quanto à sua suficiência para assegurar um nível de vida confortável naqueles que devem ser para todos os seus "anos dourados". Esta análise envolve cálculos financeiros que podem ser morosos e complicados, e na medida do possível deverá ser apresentada, ou feita, em conjunto com um assessor financeiro qualificado que possa validá-la e ajudar a retirar conclusões concretas. Está em causa o nível de rendimento, e portanto de consumo, que poderemos assegurar para nós mesmos numa altura em que teremos menos condições para lutar pela alternativa de voltar a trabalhar para suprir quaisquer faltas. Pedro Assis, Sub-director Geral da Schroders em Portugal e Espanha

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03/11/11, 10:53Investir em high yield, investir em mercados emergentes, aplicar em matérias-primas, ou ficar quieto e nada fazer são, tudo, opções de aforro e investimento e  03/11/11, 10:50O papel do analista financeiro está bem definido. No período conturbado que os mercados vivem a análise financeira tem de ser absolutamente isenta e  03/11/11, 10:49Investir em high yield, investir em mercados emergentes ou aplicar em matérias-primas são, todas, opções de aforro e investimento que poderão ser ganhadoras. A  03/11/11, 10:45Investir em obrigações de high yield (elevado rendimento) pode trazer vários benefícios. Estas providenciam capital para empresas de baixa (ou sem) notação de  Mercados OJE
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