"Está pensada a abertura de uma clínica no Algarve a curto prazo" Intermail 18/02/10, 01:01Por Mafalda Simões Monteiro/OJE A Corporación Dermoestética tem cinco clínicas em Portugal, onde está presente desde 2001. A empresa planeia abrir uma nova clínica no Algarve a curto prazo enquanto prepara novos lançamentos para 2010, disse em entrevista por email Vanessa da Trindade, directora de Comunicação da Corporación Dermoestética em Portugal. A Corporación Dermoestética está em Portugal desde 2001. É uma instituição que tem como missão oferecer a toda a população um serviço integrado de saúde e medicina estética com garantias. Segundo Vanessa da Trindade, directora de Comunicação em Portugal, a Corporación Dermoestética conseguiu que este sector "deixasse de ser património de uma minoria privilegiada de milionários ou artistas". A empresa planeia abrir uma nova clínica no Algarve a curto prazo, ao mesmo tempo que prepara novos lançamentos para 2010, explicou a responsável. Quando é que a Corporación Dermoestética se instalou em Portugal? Qual tem sido a evolução do negócio no país? A Corporación Dermoestética chegou a Portugal em 2001, mas com já 20 anos de experiência e provas dadas em Espanha. Fomos o país natural para dar o passo da internacionalização pelas razões óbvias: proximidade, parecenças no consumo, entre outros aspectos. A estratégia baseia- -se em três pontos: proximidade do cliente, acessibilidade ao crédito e garantia de bons resultados. Neste momento existem cinco clínicas em Portugal. Quais são os planos de crescimento? Falta-nos ir para sul. Temos imensos clientes a deslocarem-se do Algarve e Alentejo para Lisboa para virem fazer os seus tratamentos. Está pensada a abertura no Algarve a curto prazo. Regista-se em Portugal a multiplicação de clínicas, ginásios, "experiências", Spa. É uma moda ou algo mais? É algo mais. Ter uma imagem cuidada, nos dias de hoje, é tão importante quanto estar limpo. A Corporación Dermoestética foi o motor que alavancou esta viragem nas necessidades das pessoas. É curioso pensar que há 15 anos, fazer uma cirurgia estética era uma coisa só possível a pessoas muito abastadas. A Corporación Dermoestética democratizou o sector. Qual o perfil dos vossos clientes? E quais são os tratamentos mais procurados? 72% Feminino, 28% masculino. Recentemente realizamos um estudo que nos indicou que 44% da procura de tratamentos estéticos tem o seguinte perfil: mulher entre os 31-45 anos, classe média. A faixa etária seguinte com mais importância é a dos 46-55 anos, o que contraria a ideia de que são as adolescentes ou mulheres muito jovens que estão a aumentar a procura destes serviços. No caso da Corporación Dermoestética nem sequer operamos menores de idade. Na cirurgia a preferência vai para a mamoplastia de aumento e para a lipo-aspiração de coxas e flancos. Isto deve-se ao facto de a mulher portuguesa ser pequenina, redonda nas ancas, mas com tendência a ter pouco peito. Já os homens procuram coisas mais inócuas: branqueamentos dentários, botox ou dermodepilação. Quais foram as principais iniciativas da empresa em 2009? Apostámos em combater um dos maiores males da sociedade: a obesidade. E ainda estamos a fazê-lo. O sucesso do balão intragástrico é impressionante. Em 2009, realizámos o maior estudo médico a nível europeu e o terceiro a nível mundial sobre a efectividade deste método, que não requer cirurgia nem medicamentos. O estudo indicou que, em média, um paciente perde 19,1 quilos em seis meses. Esta técnica consiste na introdução no estômago, sem cirurgia e por via endoscópica, de um balão de silicone que, depois de cheio com soro fisiológico, produz uma sensação de saciedade permanente. O tratamento é acompanhado de uma dieta hipo-calórica para a reeducação correcta dos hábitos alimentares. Outro ponto importante foi a nossa preocupação em documentar com estudos médicos os resultados e a efectividade de vários tratamentos. Campo em que superámos todas as expectativas. E para este ano? Vamos continuar a apostar nos estudos médicos que desenvolvemos. A nossa dimensão, o número de tratamentos que realizámos, a quantidade de médicos que temos nos quadros, permite-nos realizar estudos muito efectivos em diversas áreas e, se esses resultados podem ser úteis a toda a comunidade, então é esse o caminho. A sociedade tem de estar bem informada nas questões de saúde e, se temos o poder de alterar mentalidades relativamente a um envelhecimento menos doloso ou aos perigos da obesidade, então passa a ser um dever nosso fazê-lo. Que impacto tem no negócio a participação de figuras públicas nas vossas campanhas? Tem muito impacto. O que a companhia fez inicialmente com a Lili Caneças nunca mais ninguém conseguiu repetir. Lançar uma clínica num mercado estrangeiro associando-a a um tratamento com um resultado extraordinário foi crucial. A notícia da Lili abriu os telejornais no dia em que Jorge Sampaio era reeleito como Presidente. Este extraordinário sucesso deve-se apenas a dois factores: ao resultado técnico conseguido com o peeling e ao facto de a Lili ser a mediatização em pessoa. Mais tarde voltámos a repetir a estratégia, com a segunda operação, mas obviamente não tínhamos pretensões de ter o impacto da primeira... Ainda assim, nessa semana podíamos vê-la em cinco capas de revistas diferentes. Com a Isabel Figueira foi diferente. Depois de ter tido o filho e ter engordado imenso, estava tudo muito curioso para ver como é que ela voltava aos ecrãs. Ela recuperou totalmente a forma em quatro meses: é capa de todos os suplementos de beleza e depois disso já foi capa de duas revistas masculinas. A mulher portuguesa identifica-se muito com a Isabel: ela é mãe trabalhadora, muito latina, muito determinada. Vão lançar algum produto/serviço este ano? Sim, mas de momento não podemos avançar informações a esse respeito. Faz parte da nossa política de comunicação fazer lançamentos de forma triunfal. E guardar bem o segredo até ao fim. Como vê o seu negócio numa perspectiva a cinco anos? Mais ou menos concorrência? Nacional ou estrangeira? Menos concorrência. As crises não são negativas para todas as empresas. Todos sabemos que estas alturas, se bem geridas, geram oportunidades. A Corporación Dermoestética goza, neste momento, de uma tranquilidade financeira por causa da venda da nossa filial britânica. Isso vai permitir-nos passar estes tempos conturbados com muita solidez, enquanto outras empresas na mesma área, infelizmente, não vão resistir. No final, isso vai reflectir-se na quota de mercado ganha. ![]() ![]() ![]() 01/02/12, 09:13 Alexandre Solleiro: "2012 será um ano de desafio permanente"O ano de 2011 foi de crescimento moderado para a Tivoli Hotels & Resorts e 2012 permaneceráum desafio. 27/01/12, 00:46 Vítor Rodrigues: “A Oracle está empenhada em ajudar clientes a reduzir custos”Com a ajuda dos Engineered Systems, a Oracle quer simplificar as Tecnologias de Informação dos clientes ao25/01/12, 01:00 Galamba de Oliveira: “Outsourcing pode reduzir custos na Administração Pública”É já amanhã que Lisboa acolhe a conferência "Outsourcing na Administração Pública: desafios e soluções para o
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