Ricardo Moreira: “Estamos em contraciclo com a crise económica e financeira”
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12/01/12, 08:28 Por Inês Andrade/OJE
A Redicom sente-se preparada para enfrentar a turbulência económica que afeta a maioria das empresas. Emprega mais de 30 funcionários e admite a contratação de novos colaboradores com o desenvolvimento do negócio, disse em entrevista ao OJE Ricardo Moreira, sócio e diretor comercial da Redicom.
A experiência na área de TI levou Ricardo Moreira e Serafim Costa a apostarem na criação de um novo modelo de negócio faz já dez anos. Com forte implantação de projetos na zona Norte e Centro do país, a Redicom desenvolveu trabalhos para marcas como a Lion of Porches, Salsa, Parfois, Grupo Autosueco, Norauto e EDP Gás. A empresa dedica-se à concetualização e implementação de projetos de e-commerce (comércio na Internet), assim como a estratégias de aumento de vendas online, Web design e aplicações Web. Os websites, hoje são tão familiares à maioria dos portugueses, para a compra de vestuário, automóveis, supermercado ou para pagar despesas domésticas, estão entre as ofertas da Redicom. Também as páginas dos bancos, onde, a qualquer hora, é possível consultar o saldo, realizar transferências, entre outras opções, são um segmento importante para a empresa.
Como foi o arranque da Redicom?
Em 2002, aceitei o desafio lançado pelo então meu colega e hoje sócio, Serafim Costa, para montarmos uma empresa, na altura, com o objetivo de fazermos páginas na Internet. E assim nasceu a Redicom - Tecnologias de Negócio. No ano de 2005, devido às necessidades do mercado e à ambição de todos os seus profissionais, a Redicom abriu filial em Lisboa com o objetivo de aproximar a empresa do maior centro urbano do País e, assim, potencializar novos negócios através de uma atitude competitiva e profissional perante o mercado. Inicialmente, a Redicom apresentou-se no mercado com um investimento de 5 mil euros, pelo que não teve necessidade de recorrer a financiamento externo. A Redicom começou do zero. Não tinha clientes. Foi preciso ter capacidade de sofrimento e identificar muito bem o nosso core business. Nós vendemos sonhos.
A que é que a empresa se dedica?
A Redicom compromete-se a contribuir para o desenvolvimento e crescimento das empresas a nível tecnológico, aumentando a sua capacidade de negócio através do desenvolvimento de websites, aplicações, portais de negócio e soluções colaborativas. A atividade da Redicom é fortemente caracterizada pelo desenvolvimento de soluções de e-commerce, portais de negócio; Web design e aplicações Web. Focalizados na ideia de que a Internet é um mundo sem limites, que ajuda as empresas a comunicar e a projetar o seu negócio a novos mercados, tínhamos a consciência das fortes oportunidades que existiam.
Qual foi o volume de negócios da empresa em 2010 e nos primeiros nove meses deste ano?
Entre 2009 e 2010, num período de tempo já conturbado ao nível de investimento, tivemos um aumento da faturação na ordem dos 30%. Acreditamos na diferenciação perante o mercado e fazemos da análise, pensamento e debate sobre a finalidade de cada cliente o nosso lema. Estamos sempre a aprender e a modernizar as nossas práticas. Em 2011 prevemos um crescimento de 20% face a 2010, ou seja, prevemos uma faturação de 1,2 milhões de euros, atuando nos mesmos moldes do ano anterior.
As operações têm apenas incidência no mercado nacional? Já têm planos concretos de internacionalização?
A Redicom iniciou o seu processo de internacionalização há algum tempo no mercado angolano e espanhol. Neste último, a entrada deu-se através de clientes com os quais já trabalhávamos em Portugal. Em Angola, marcamos já uma presença relevante, tendo em mãos o desenvolvimento de uma série de projetos e aplicações, diretamente com o Governo angolano. No entanto, existem ainda outros mercados para os quais iremos expandir-nos muito brevemente, com maior incidência particularmente em Espanha, além de uma maior aposta em Angola, mas sempre na ótica de exportação. O objetivo será comercializar os projetos no exterior, mas produzi-los em Portugal, numa estratégia que, a curto prazo, permite resultados financeiros significativos. Como se destacam das empresas concorrentes?
A Redicom não se posiciona como mais uma empresa de criação de websites. Como consultores de Internet, os conceitos de acessibilidade, usabilidade e webmarketing são uma preocupação crescente. Não basta que um portal exista. É crucial que esteja acessível, que seja facilmente pesquisável, que seja fácil de usar e que a informação seja arquitetada de forma simples, clara e apelativa. Defendemos que a construção de um website obedece a regras, requer competências técnicas e deve ser feita por profissionais especializados.
Quais são os vossos casos de maior sucesso? Como avaliam o retorno do investimento do cliente?
A Salsa é um dos nossos casos de maior sucesso e satisfação do cliente, outros exemplos notórios são os projetos Âmbar, Ana Sousa, Bluebird, Exponor Digital, Parfois, Unicer ou a entrada no negócio do homebaking, quando concebemos o sistema usado pela Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo. Também emblemática foi a plataforma de recursos humanos concebida em formato "tailor made" para o AKI.
Oatual período económico conturbado tem tido algum efeito na empresa? Como se adaptaram?
Acreditamos que é nas alturas de crise que as empresas inovadoras, que possuam mais-valias para os seus clientes, passam mais incólumes e até mesmo aumentam o seu volume de negócios. A Redicom está preparada para enfrentar os desafios deste e dos próximos anos, encontrando-se em contraciclo com a atual crise económica e financeira, nomeadamente através dos seus planos de internacionalização para a Europa, ainda em fase de avaliação, e paralelamente com vários projetos em Angola, em particular junto do Governo Nacional de Angola.
As novas ferramentas de comunicação permitem criar novas necessidades nos consumidores e chegar a novos clientes?
As novas ferramentas de comunicação online permitem criar uma maior proximidade da empresa ao cliente, proporcionando-lhes uma maior comodidade na aquisição dos seus produtos e serviços. A presença online das marcas confere-lhes uma maior expansibilidade, chegando a novos mercados mais rapidamente do que com um espaço offline, com custos significativamente inferiores e consequentemente adquirem a possibilidade de chegar a novos e potenciais clientes.
O e-commerce é cada vez mais uma opção para os consumidores?
Uma das maiores ambições da própria Redicom é fazer com que a empresa seja uma referência no desenvolvimento de projetos de e-commerce. O e-commerce é, aliás, uma tendência de há vários anos, facto que esteve na origem da criação da empresa pela perceção da potencialidade deste tipo de negócio. Atualmente, todos reconhecem a importância dos sistemas e tecnologias de informação para as empresas e consumidor final. O investimento nesta área é crescente e conduz a projetos de elevado rigor e exigência, com o objetivo de dinamizar processos de negócios e gerar resultados para as empresas.
O comercial e a mate9ria acraifm bem legais (a do Eva 2.22 tambe9m).Com relae7e3o a FMP!, acho que a KyoAni ate9 fez o certo. Com o rumo que a novel tomou, e com a velocidade que o Gatou as escreve, provavelmente uma continuae7e3o da se9rie sf3 serviria para fazer com que os fe3s desejassem destruir a empresa =DProvavelmente ela deve produzir a sequencia depois que o Gatou concluir, se e9 que algum dia ele vai fazer isso, a novel. A boa notedcia e9 que o prf3ximo volume, dividido em duas partes, sere1 lane7ado em julho e agosto XD