Gigantes Sniffer 30/01/12, 00:47Por Pedro Barbosa * Os mercados do mundo digital estão cada vez mais polarizados, como todos os outros. Quem parece ter futuro são os gigantes do mundo online e um conjunto de pequenas startups de enorme potencial. No meio, fica a zona cemitério, que tende a ser varrida para baixo do tapete. A Google é unanimemente considerada como a maior potência do mundo digital. O gigante americano está com uma luta enorme em duas frentes: de um lado, a Apple e, do outro, o Facebook. A estratégia da Google é de diversificação e acaba de gastar dois mil milhões de dólares [cerca de 1,52 mil milhões de euros] na aquisição de 70 empresas de tecnologias de ponta, que poderão ajudar a catapultar o ano de 2012. Curiosamente, a Apple e o Facebook iniciaram o ano em grande - as vendas de quase 40 milhões de iPhones recentemente ultrapassaram todas as expectativas - enquanto as ações da Google estão em declínio. Os outros dois megaplayers são a Samsung e a Microsoft. Os coreanos estão a investir para se tornarem a primeira opção na luta contra a hegemonia da Apple, e podem acabar por ser uma boa ajuda para a Google, pela plataforma Android. A Microsoft entrou na era maturidade e consegue manter-se em grande, sem estar na ponta do icebergue da inovação. Destaque para a IBM e a Siemens, que, como a Microsoft, sabem permanecer, ano após ano, com lucros sustentáveis e duradouros. No fio da navalha estão a RIM (Blackberry), a Motorola e a Nokia. Estão a fazer as últimas tentativas para permanecerem entre os gigantes. Se não conseguirem fazê-lo no primeiro semestre, terão evaporado em menos de um ano. *Docente da EGP-UPBS e do IPAM pbarbosa@gmail.com Facebook: Pedro Miguel Barbosa ![]() ![]() ![]() 18/05/12, 00:19 eBooks em efervescência!Por Filipe Garcia *A Microsoft anunciou uma parceria com a Barnes & Noble que inclui a aquisição de 09/05/12, 01:52 Cisne negro no vidroPor Pedro Miguel Barbosa *O MIT comunicou em abril - através da sua publicação MIT News - uma inovação 24/04/12, 00:11 O fim da Nokia?Por Filipe Garcia *As acções estão nos níveis mais baixos desde 1996. A cotação chegou aos 65 euros no
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