Google+ abre-se às empresas Sniffer 14/11/11, 00:01Por Filipe Garcia * O Google+ abriu finalmente a possibilidade de se criarem páginas relacionadas com empresas, marcas e outras organizações. Até agora apenas era permitida a criação de perfis pessoais, sendo eliminados todos os restantes. É uma alteração importante uma vez que o Google+ passa a competir directamente com o Facebook no mercado empresarial. As empresas são uma das principais forças motoras das redes, não só pelo apoio financeiro, mas porque atraem os utilizadores para as suas actividades. A competição entre o Google+ e o Facebook sobe para outro patamar e finalmente a rede de Mark Zuckerberg sofre uma ameaça séria. Grande parte do retorno financeiro do Facebook tem origem em empresas e se estas passarem a preferir o Google+ ou dispersarem os seus gastos (o que é mais provável), o impacto na rentabilidade pode ser relevante. Note-se que o Google+ não é uma rede social isolada no espectro Web. A integração do Google+ nos outros serviços da Google permite-lhe uma diferenciação importante. Sendo o motor de busca dominante, para as empresas será mais eficiente ter uma presença que integre a rede Google, aproximando utilizador e empresa através de uma plataforma, utilizando o "Direct Connect". E, quanto a isto, o Facebook pouco ou nada pode fazer, sendo provável que os resultados de busca sejam enviesados em favor da G+, para não falar das vantagens de integrar outros serviços como o Google Places e explorar a penetração do Android. Resta saber o que dirão os utilizadores, que até agora se têm mostrado pouco impressionados com as funcionalidades, usabilidade e design do Google+. * Economista, IMF, Informação de Mercados Financeirosfilipegarcia@gmail.com www.filipegarcia.com ![]() ![]() ![]() 13/02/12, 09:01 MIXOOPor Pedro Barbosa*Durante algum tempo, os operadores do mercado adaptaram-se à nova realidade do 06/02/12, 00:02 4G, BLE e WiGigPor Filipe Garcia *Novas formas de interação assentam, antes de mais, no desenvolvimento dos 30/01/12, 00:47 GigantesPor Pedro Barbosa *Os mercados do mundo digital estão cada vez mais polarizados, como todos os
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