Audi A7 Sportback: Dinamismo hi-tech Automóveis 22/11/10, 11:11O novo coupé Audi A7 Sportback transporta-nos numa viagem ao passado da marca com a recuperação do estilo de um antigo modelo, agora adaptado à satisfação das exigências dos dias de hoje, e reforçado com um ambiente requintado e uma profusão de novas tecnologias e conexões a gadgets do mundo virtual O novo A7 Sportback agora lançado em Portugal pela Audi destaca-se por vários factores, mas salta de imediato à vista o porte robusto e desportivo cortado na traseira da silhueta que lhe transmite forte dinamismo, ao bom estilo dos coupés antigos. Se formos remexer no baú de memórias da Audi, será impossível dissociar o novo modelo coupé do antigo Audi 100S, que fez furor na década de 70. As semelhanças são evidentes e colocam, no A7 Sportback, a responsabilidade de mais um ensaio revivalista contemporâneo de recuperação dum modelo clássico para os dias de hoje. O Audi A7 Sportback exibe uma silhueta coupé que possibilita uma utilização prática em linha com os modelos carrinha da marca, graças às cinco portas de acesso ao interior. A aposta da marca alemã exibe um renovado estilo de design alicerçado em argumentos técnicos e motorizados dignos da elegância com força, habitualmente presente na sua gama de modelos. O notório dinamismo do design exterior do A7 acaba por estender-se a um interior reforçado também por requintes nos acabamentos, para os quais a Audi garante ter conseguido uma qualidade de construção ao nível dos trabalhos artesanais, sempre sem se desviar no seu timbre desportivo. Para equipar a primeira geração do A7, estão disponíveis dois motores a gasolina e dois a diesel, todos com seis cilindros dispostos em V. As opções gasolina surgem com o 2.8 FSI com 20 Cv de potência máxima que estimulam rodas, geridas pela tracção integral quattro da marca. A seu lado, um pouco mais acima, revela-se o 3.0 TFSI, também com tracção quattro, capaz de debitar 300 Cv de potência e capaz de atingir uma falaciosa velocidade máxima ao ser cortada por um sistema electrónico quando atinge aos 250 km/h. Quanto ao par de ofertas diesel, a base é o 3.0 TDI, a única versão que não traz de série o sistema de tracção quattro, cujas performances máximas alcançam a velocidade de 235 km/h e aceleram dos 0 aos 100 km/h em 7,4 segundos. O ponto forte desta versão surge com a garantia do consumo mais reduzido (5,3 litros aos 100 km) em toda a gama do modelo. Finalmente, o 3.0 TDI quattro, que pode ser considerado do topo da gama. Com bloco de 345 Cv, desenvolve um expressivo binário máximo de 500 Nm e atinge os 100 km/h em escassos 6,5 segundos. Perde para a versão 3.0 TSFI em aceleração por escassos 0,2 segundos dos 0 aos 100 k/h, mas supera-a com menores consumo e emissão de gases tóxicos. O A7 Sportback destaca-se ainda na panóplia de funções tecnológicas e de conexões de comunicações sem fios. Logo, melhora com a presença de um sistema MMI mais evoluído, que apresenta a variante touch com comando táctil no ecrã. A comodidade do condutor aumenta com o Head-up Display,que projecta, no vidro dianteiro, os dados mais importantes. A juntar a estes suportes de informação e entretimento, vem preparado para ligações à Internet com serviços on-line em coloboração com a Google para fornecer informações do Google Earth no monitor, além do terminal de rede sem fios preparado para gadgets como o iPad. ![]() ![]() ![]() 24/04/12, 11:32 Land Rover apresenta Range Rover Evoque descapotávelA Land Rover deu a conhecer, recentemente, em Genebra, o novo protótipo do Range Rover Evoque descapotável. Um modelo que poderá vir a ser o primeiro SUV16/04/12, 10:20 Peugeot 208: Condução regeneradaChega a Portugal no próximo dia 19 de abril e promete marcar o início de uma nova era na marca.30/03/12, 01:00 Ferrari Challenge Europa 2012: Dupla lusa compete em MonzaÉ já este domingo, 1 de abril, que Filipe Barreiros e Francisco Guedes se estreiam na Ferrari Challenge Europa 2012, no Autódromo Internacional de Monza, na12/10/11, 11:02 O primeiro Híbrido Diesel do MundoAté agora, os carros de propulsão híbrida juntavam motores a gasolina a unidades eléctricas. Gastavam menos, é certo, mas implicavam o custo mais elevado de |