Chevrolet: Orlando, o revolucionário Automóveis 29/11/10, 11:04Não será cognome real, porque o Chevrolet Orlando ainda nem sequer chegou, mas define bem o novo Multi Purpose Vehicle (MPV) da marca norte-americana, que rasga o padrão-tipo ao introduzir capacidade para sete passageiros neste tipo de modelos. Pedro Assis Conceição ensaiou-o em estradas cercadas de laranjais, ao redor de Valência, e gostou de viajar na "revolução" É robusto, mas não só. Realça-se de imediato pelo estilo peculiar de crossover encorpado, mas o Chevrolet Orlando traz surpresas. As duas principais apresentam-se de modo diferente. Uma delas é bem visível e reveladora de atrevimento ao inovar com a ampliação em dois lugares da acomodação de passageiros no género MPV em que se auto-insere. De modo retráctil, é certo, mas com a capacidade comprovada de fazer surgir uma terceira fila de assentos na zona da bagageira. A outra surpresa está bem oculta e pode ser descoberta apenas após a condução do Orlando. Revela-se, sem grande dificuldade, pela aguerrida capacidade do motor diesel, que alia enérgica desenvoltura a uma postura quase silenciosa, invulgar nos blocos deste tipo de combustível. Os ensaios realizados abrangeram as duas variantes de caixa de velocidades presentes na versão diesel 2.0 VDCi, sempre com 163 Cv de potência máxima, a única que estará disponível no mercado português. Se o seu dinamismo mostra uma agradável surpresa, é pelo factor espaço que o Orlando justifica a maior capacidade de sedução. Inserido numa estrutura volumosa, o habitáculo mostra-se preparado satisfazer as exigências do dia-a-dia de quem viaja em família, com níveis de conforto ajustados à sua categoria. Sempre num estilo sóbrio, privilegia a funcionalidade à espectacularidade. A acomodação interior no espaço fica esgotada apenas após a criação de uma flexível terceira fila de assentos, permitindo-lhe alojar sete passageiros no total, em vez dos usuais cinco. Quem viajar na zona traseira, usufrui ainda da posição elevada, graças ao ligeiro levantamento das filas de cadeiras mais recuadas, que lhe conferem valor extra nos seus predicados de veículo familiar. A arrumação está pensada para pequenos objectos distribuídos múltiplos espaços de menores dimensões ou, no caso de grandes cargas, para gerir o espaço da bagageira que pode alcançar o máximo de 1499 litros com duas filas de bancos rebatidas. Os espaços reduzidos, fechados ou não, espalham-se pelas zonas laterais das portas, consola e tablier, onde, neste último, o painel de comando do sistema de auto-rádio serve de tampa a um espaço de arrumação que aloja ainda uma porta USB para ligação a MP3 ou iPod e uma tomada auxiliar. Para adornar o interior, a marca disponibiliza três níveis de equipamento, dos quais apenas o topo de gama LCZ chegará com versão prevista para Portugal. Traz uma listagem diversificada com notórias vantagens visuais face às versões mais simples, ao surgir com uma consola especial prateada reforçada com acabamentos em preto a rodear os comandos do rádio, sistema de climatização e ar condicionado. Além destes retoques estéticos, integra um ecrã maior para o sistema de informação e entretenimento e permite incluir, opcionalmente, bancos revestidos em pele. A oferta inicial para Portugal será circunscrita ao bloco mais potente de 2,0 litros diesel, ficando em aberto, mas ainda sem previsão de entrada no mercado, a chegada dos restantes blocos da gama, a gasolina e a outra opção diesel, com igual cilindrada, mas menor potência. A discrição exibida pela motorização que fará as honras do Orlando no mercado nacional é digna de registo pela suavidade, num ruído débil mais próprio de um bloco a gasolina, com que debita o máximo 163 Cv, que se podem atingir às 3800 rotações por minutos. Aliado a esta performance, é também capaz de desenvolver um binário de 360 Nm a partir das 2000 rpm. Com duas transmissões presentes na variante de seis velocidades manual e automática, a motorização do Orlando impulsiona-o até aos 195 km/h e demora 10 segundos a atingir 100 km/h, a partir do arranque. Aqui, o trunfo da versão 2.0 de 163 Cv revela-se no consumo e emissão de gases pois, apesar de ser a mais potente no seu tipo de combustível, apresenta os mesmos valores do que a versão mais fraca. Precisa de 6,0 litros para percorrer 100 km, em circuito combinado, e é responsável pela emissão de 159 g/km de CO2, o suficiente para cumprir as normas Euro 5. Múltplas tecnologias de apoio encadeiam-se para coadjuvar o condutor no capítulo da segurança. Aliado ao habitual ABS, sistema de travagem anti-bloqueio, surge de série o Sistema de Controlo de Tracção (TCS) que fiscaliza erros do condutor e, se necessário, serve-se dos travões e do binário para melhorar a aderência em piso molhado ou escorregadio. Associado ao TCS vem, por sua vez, o Controlo de Estabilidade Electrónico (ESC) que, indo também buscar funções do ABS, reforça ainda mais a segurança impelindo, através de dados recolhidos por sensores, o carro a seguir a direcção das rodas dianteiras. Conta ainda com a aplicação selectiva para controlar eventuais sub ou sobreviragem em manobras difíceis ou repentinas E, por fim, um aviso final. O Orlando não é tão grande ao vivo como as fotografias podem deixar antever. É mais uma, e a última, das surpresas do modelo que poderá comprovar in loco. Mas, para avaliar este efeito ilusório criado pelos projectistas da marca, terá de aguardar por Fevereiro, altura em que o revolucionário Orlando começará a circular entre nós. ![]() ![]() ![]() 24/04/12, 11:32 Land Rover apresenta Range Rover Evoque descapotávelA Land Rover deu a conhecer, recentemente, em Genebra, o novo protótipo do Range Rover Evoque descapotável. Um modelo que poderá vir a ser o primeiro SUV16/04/12, 10:20 Peugeot 208: Condução regeneradaChega a Portugal no próximo dia 19 de abril e promete marcar o início de uma nova era na marca.30/03/12, 01:00 Ferrari Challenge Europa 2012: Dupla lusa compete em MonzaÉ já este domingo, 1 de abril, que Filipe Barreiros e Francisco Guedes se estreiam na Ferrari Challenge Europa 2012, no Autódromo Internacional de Monza, na12/10/11, 11:02 O primeiro Híbrido Diesel do MundoAté agora, os carros de propulsão híbrida juntavam motores a gasolina a unidades eléctricas. Gastavam menos, é certo, mas implicavam o custo mais elevado de |