Volkswagen Sharan: Orgulho nacional Automóveis 12/07/10, 11:55Por Pedro Assis Conceição O novo Sharan volta a ser revelador da aposta Volkswagen na sua unidade de produção portuguesa. Se bem que isto possa soar a um déjà vu na actividade do fabricante alemão entre nós, o contacto tido com a terceira geração do menino-bonito dos familiares da marca prova que, desta vez, foi levada a cabo uma revolução com o carimbo Made in Portugal. Tudo muda no novo Volkswagen Sharan. Bem tudo não, quase tudo, pois precisamos ter em conta que existem duas coisas que se mantêm inalteradas: as palas do sol e o local de fabrico. A verdade é que esta terceira geração do modelo é radical nas mudanças implementadas ao aproveitar somente as palas dianteiras do seu antecessor. Todas as restantes peças são novas o que espicaça ainda mais o orgulho português por constatarmos que a Volkswagen voltou a confiar, como faz desde 1995, ano da primeira geração do modelo, na unidade de produção de Palmela para implementar esta revolução quase total. Crescer em estilo e desempenho são os propósitos do novo Sharan, onde a evolução registada revela que os sucessos passados não retiraram clarividência aos projectistas da marca no modo como estimularam nesta terceira geração os atributos que fizeram da Sharan um caso ímpar do espírito familiar da marca. Com um compacto figurino exterior, para o qual será certamente um esforço inglório pretender camuflar a sua volumosa dimensão, os designers alemães empreenderam uma suavização das linhas através de traços fluidos e afinações estilísticas. A inclusão dos faróis e da grelha dianteira alinhados com a restante gama dos compactos da marca alemã, o capot com contornos em forma de V, o aileron traseiro no final do tejadilho, são detalhes de dinamização estética face à geração precedente. A nota mais no exterior é a novíssima porta traseira deslizante, com funcionamento eléctrico opcional, que melhora a circulação para a segunda e terceira filas de banco. Aqui, a flexibilidade impera com o sistema Easy Folder a gerir os movimentos dos bancos e a acomodação de 5 até 7 passageiros nas versões preparadas para o efeito. Os mais pequenos não foram esquecidos e os dois bancos laterais da segunda fila possibilitam a criação de mini-assentos com menor altura de costas, indicada para o fácil e prático transporte de crianças. Duas escolhas em motorizações diesel (2.0 TDI de 140 e 170 CV) e uma a gasolina (1.4 TSI 150 CV) são as ofertas presentes no arranque do modelo previsto para meados de Setembro em Portugal. A apresentação do modelo realizada no sul da Alemanha, permitiu-me contactar todas as versões que estarão disponíveis no mercado nacional. Entre os blocos testados, a preferência vai para o 2.0 TDI de 170 Cv e o 1.4 TSI de 150 Cv, por se terem revelado mais desinibidos a impulsionar a carroçaria. Um único contacto com a caixa automática DSG de 7 velocidades no 2.0 TDI de 170 Cv, permitiu-me concluir que esta facilita a adaptação do condutor ao sistema de desligar e ligar o motor Start/Stop, a quem uma aceleração basta para colocar o carro a andar. A versão diesel 2.0 TDI de 140 Cv não compromete, mas evidencia mais limitação na circulação em auto-estrada em comparação com as restantes. Ainda assim, pode atingir os 194 km/h e acelerar dos 0 aos 100 km/h em 10,9 segundos. No entanto, sobe ao topo da gama quando se trata do consumo, uma vez que apresenta um consumo misto de 5,5 litros aos 100 quilómetros. Transversal a toda a linha de motores está o factor poupança. A marca anuncia uma geração motorizada mais económica em 21% face aos predecessores. Neste campo destaca-se a inclusão da tecnologia BlueMotion, adaptável às versões com potência igual e inferior a 170 Cv, que integra os sistemas Start/Stop e de recuperação de energia da travagem. O equipamento volta a repartir-se nos níveis Trendline subindo, por ordem de importância, ao Confortline e o Highline. Para facilitar a condução, o novo Sharan adopta sistemas como o Park Assist capaz de descobrir lugares vagos e estacionar quase sem intervenção humana, o Park Pilot para ajudar às manobras executadas pelo condutor, ou câmara de visão traseira Rear Assist ideal para as manobras traseiras com exibição de imagens da retaguarda no ecrã do sistema auto-rádio. E quanto ao espaço? Aqui neste item, fundamental num monovolume familiar, houve crescimento. Se, no exterior, o Sharan aumentou 22 centímetros no comprimento, 9,2 na largura e diminuiu 1,2 centímetros na altura, a mais-valia global sente-se, por exemplo, no interior onde a bagageira apresenta capacidades que vão dos 711 litros aos 2.430 litros. O preço final ainda não é certo, mas a estimativa já adiantada pela marca situa em 37.000 euros o custo da versão base do 2.0 TDI (140 Cv) no mercado nacional. ![]() ![]() ![]() 12/10/11, 11:02 O primeiro Híbrido Diesel do MundoAté agora, os carros de propulsão híbrida juntavam motores a gasolina a unidades eléctricas. Gastavam menos, é certo, mas implicavam o custo mais elevado de27/07/11, 10:39 Opel Ampera: Sem sobressaltosTem data marcada para chegar a Portugal no início de 2012. Caracteriza-se por ser revolucionário, aerodinâmico, prático e... eléctrico. É o novo Opel Ampera,18/07/11, 11:16 Citroën DS4 desafia a tradiçãoA dúvida fica quando se olha pela primeira vez para o novo Citroën DS4: Será um coupé? Será um compacto? 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