Amazónia. O maior património natural do Planeta Travel&Safaris 26/01/12, 18:37Historicamente,
sempre esteve associada á natureza, constitui-se numa das últimas reservas
mundiais de recursos naturais e florestais e um dos ecossistemas mais ricos e
preservados do planeta, especialmente pela sua biodiversidade, conferindo-lhe
um papel de destaque nos cenários nacional e internacional, por congregar todos
os elementos naturais necessários ao sucesso de qualquer programação de
ecoturismo. E esta é uma das razões pelo qual a Amazónia é um dos mais procurados destinos turísticos da América do Sul e da terra, entre os amantes da Natureza, mas também entre aqueles que procuram o turismo de aventura, seja nas suas ilhas fluviais, nas praias ou no meio da selva, pois a emoção está em todo o lugar neste lugar da Terra, o mais precioso património ecológico do planeta azul. Quando se pretende escrever algo sobre um determinado lugar, sem nunca se ter lá estado, sem ter vivido emoções e sensações, é sempre complicado, exigindo uma grande dose de imaginação e muito tempo de pesquisa. E se esse determinado lugar se chamar Amazónia mais complicado se torna, mesmo que seja dos lugares do nosso planeta sobre o qual mais se escreveu e mais se leu. E outra dificuldade, perante estes factos, é por onde começar, do que falar, pois existe um mundo de mundos dentro deste mundo que é a Amazónia. Poderemos começar por dizer que a Amazónia é um dos mais preciosos patrimónios ecológicos do planeta, um grande bioma composto por diversos ecossistemas interagindo em equilíbrio, que 65 % de toda a sua área é composta pela floresta tropical húmida de terra firme, sendo que o restante é constituído por matas de cipó, campinas, matas secas, igapós - matas alagadas-, manguezais, matas de várzeas, cerrados, campos de terra firme, campos de várzeas e matas de bambu, que toda a rede de rios, riachos, cachoeiras, lagos, igarapés - pequenos rios - e represas constituem os ecossistemas aquáticos da Amazónia, e que ocupa 60 % do território brasileiro, sendo o seu maior estado. Depois, poderíamos dizer que a bacia amazónica é um dos locais mais chuvosos do planeta, com índices pluviométricos anuais de mais de 2.000 mm por ano, podendo atingir 10.000 mm em algumas regiões, que a partir de Dezembro as águas sobem em média 10 metros, podendo atingir 18 metros em algumas áreas, significando que durante metade do tempo grande parte da planície amazónica fica submersa, caracterizando a maior área de floresta inundada do planeta. Um dos poucos redutos do planeta onde ainda vivem povos humanos primitivos, com as dezenas de tribos ainda existentes a espalharem-se em territórios dentro da mata, mantendo seus próprios costumes, linguagens e culturas, inalterados por milhares de anos, acreditando mesmo os antropólogos ainda existirem povos primitivos desconhecidos vivendo nas regiões mais inóspitas e inacessíveis. Uma floresta onde existem oficialmente dois parques nacionais na Amazónia brasileira, o Parque Nacional do Tapajós no Brasil e o Parque Nacional do Pico da Neblina, este já na Amazónia venezuelana, o que não tem impedido os impactos negativos resultantes da exploração humana, seja através do desflorestação ou das queimadas para a formação de pastos para o gado e abertura de rodovias, destruindo imensas áreas de florestas virgens todos os anos. É neste sentido que o turismo se torna importante, principalmente o segmento do ecoturismo, despontando como uma das alternativas de desenvolvimento sustentável para a Amazónia, tornando-se por si só capaz de minimizar os impactos ambientais, levando mesmo a que o turista se torne num "polícia" ambiental. E quando se fala em explorar a Amazónia, fala-se obrigatoriamente em percorrer de canoa o seu grande rio, as suas ramificações, afluentes e correntes que se perdem em impenetráveis florestas após mais uma curva do seu percurso, o lugar preferencialmente escolhido pelos índios para estabelecerem a sua aldeia. É que toda a vida humana depende do rio nesta terra inóspita e selvagem. Assim, quem visita a Amazónia tem obrigatoriamente que entrar numa piroga ou numa escuna e aventurar-se pelo rio acima, a única forma de partir ao encontro e à descoberta dos seus segredos, da sua flora e fauna, da sua majestosidade e complexidade, numa verdadeira aventura e despertar de sensações, seja mais acima ou abaixo de Manaus. A cidade capital do estado, de origem colonial, remontando ao séc. XVII, situada numa região outrora habitada pelos índios Manaus, a quem deve o seu nome, porta de entrada para a floresta amazónica, uma metrópole vista como o pólo turístico, principalmente o ecológico. Um turismo ecológico pronto a dar-se a descobrir numa viagem pelo belo e pelo exótico, um ecoturismo magnífico e memorável, que nos pede ajuda para o protegermos, relembrando-nos que a sua protecção é um exclusivo de todos nós e que a nossa existência, como seres humanos, depende da existência dela, da Amazónia. ![]() ![]() ![]() 16/02/12, 18:36 Madagáscar. Uma fascinante explosão de exotismoOcupa a quarta posição do ranking das maiores ilhas do planeta, depois da Gronelândia, Papua-Nova Guiné e Bornéu, é terra de muito sol, praia, vegetação16/02/12, 18:31 Düsseldorf. A mais elegante passarela da Europa!Dê tréguas aos dias frios e vá festejar o carnaval num dos centros mais cosmopolitas da Alemanha. E já que o país é mestre na arte de fazer cerveja, assista09/02/12, 17:42 Quénia. A magia da grande savanaDez dias à descoberta do mundo animal da grande savana queniana, é a proposta da Across ao lançar no mercado um programa com saídas diárias, em regime de09/02/12, 17:28 Princess Danae. 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