Crianças ganham protecção reforçada ![]() 20/09/11, 01:00 O início de mais um ano lectivo volta a centrar as atenções nas crianças para quem as seguradoras desenharam seguros específicos, acautelando não só os riscos vividos no quotidiano escolar, mas também permitindo preparar desde cedo um futuro financeiramente mais tranquilo As mochilas, livros e cadernos estão de volta ao activo e os dias frenéticos também. A energia das crianças pode até ser contagiante, mas não deixa de representar um conjunto de riscos a que é normal estarem expostas dentro e fora do recinto escolar. Os seguros para acautelar acidentes pessoais sofridos por crianças ganham, por esta altura, mais atenção de pais e educadores, que encontram na apólice a garantia de pagamento de eventuais despesas de tratamento e internamento em caso de acidente sofrido pela criança em qualquer local, a qualquer hora do dia e no decurso de qualquer actividade normal do seu dia-a-dia. É também nesta altura do ano que habitualmente se intensifica a atenção dada aos seguros de responsabilidade civil, que garantem o pagamento de eventuais danos provocados pelas crianças em bens de terceiros. Algumas seguradoras juntam mesmo as duas coberturas numa única solução, aliando a protecção da criança conferida pela cobertura de acidentes pessoais à protecção de eventuais despesas avultadas que esta venha a provocar por danos provocados a terceiros. E se é verdade que os filhos são a prioridades das famílias, as seguradoras vêm agora confirmar essa realidade, testemunhando uma procura crescente, ao longo dos últimos anos, de seguros que ampliem a protecção dos mais pequenos. Teresa Braz Lopes, responsável pela Gestão de Produto Acidentes Pessoais da Allianz Portugal confirma que "as famílias e educadores mostram-se cada vez mais sensíveis quanto à importância de garantirem a protecção dos seus educandos e acautelarem eventuais riscos que possam ocorrer, dentro ou fora do período escolar". A Allianz comercializa o seguro Protecção Infantil para crianças e jovens até aos 24 anos, que a partir de 13,12 euros anuais reúne as coberturas de acidentes pessoais e responsabilidade civil num único seguro. Em caso de acidente envolvendo a criança, o seguro reembolsa as despesas médicas decorrentes do sinistro, disponibiliza subsídios diários de hospitalização para assistência familiar, atribui indemnizações em caso de invalidez permanente e garante o pagamento de eventuais danos provocados pelas crianças a terceiros. Por ser um seguro com prémio anual reduzido, os subscritores de apólices de acidentes pessoais e/ou responsabilidade civil para crianças tendem a percepcionar o seu valor com relativa facilidade e o índice de renovações é habitualmente elevado. "No entanto, em contextos de conjuntura económica difícil, como o que se vive actualmente, é natural que se verifique uma tendência das famílias em conterem custos, o que, naturalmente, pode reflectir-se na procura deste tipo de seguros", ressalva Teresa Braz Lopes. "De qualquer, porque os filhos são sempre a primeira prioridade para os pais, só em último caso as famílias prescindirão de os manter bem protegidos", antevê o responsável da Allianz. Mas é também a preocupação com o futuro das crianças que move cada vez maior número de pais e educadores e procurar junto das seguradoras produtos vocacionados para o segmento infantil. É o que acontece na MAPFRE, que além de comercializar um seguro de Acidentes Pessoais Escolar e um seguro de Responsabilidade Civil Familiar (neste caso cobre de uma só vez os danos provocados a terceiros por qualquer elemento do agregado familiar, seja criança ou adulto), conta também no seu portefólio com o MAPFRE Criança Futuro, que permite em simultâneo a subscrição de um plano de poupança/seguro de vida para precaver todas as eventualidades que possam ocorrer com os pais ou encarregados de educação, ampliando a protecção da criança face a um futuro incerto. João Gama, director de comunicação da MAPFRE, confirma que "a percepção que pais e educadores começaram a ter de que podem proteger as suas crianças de forma mais concreta e eficaz, através de seguros específicos e a um preço acessível, levaram a uma oferta cada vez mais por parte das seguradoras. E nem mesmo as difíceis circunstâncias actuais, que obrigam muitas famílias a reduzir custos, têm motivado grandes cortes nestas subscrições, demonstrando o valor significativo que as famílias atribuem à protecção dos mais novos. Para João Gama, não há dúvida de que "a pouco e pouco começa a formar-se na população uma consciência generalizada das vantagens em segurar os riscos que podem ter impacto nas suas vidas, na sua família e nas suas finanças, em particular oferecendo mais segurança às crianças, uma das camadas mais desprotegidas da população". ![]() ![]() |