Entrada livre de produtos de Cabo Verde na UE é importante, diz Governo África 12/12/11, 10:58OJE/Lusa A entrada livre de produtos de Cabo Verde no mercado comunitário europeu, decisão anunciada na sexta-feira pela União Europeia (UE), é de "extrema importância para a competitividade" das empresas do arquipélago, considerou o chefe da diplomacia cabo-verdiana, Jorge Borges. Citado pela imprensa local, Jorge Borges salienta que a adesão definitiva ao Sistema de Preferências Generalizadas Mais a Cabo Verde (SPG+) terá um "grande impacto" económico no país, pois permitirá a entrada livre de produtos nacionais no mercado comunitário. "A obtenção por Cabo Verde do SPG+ é de extrema importância para a competitividade externa dos nossos produtos. Com este sistema, os produtos serão exportados para o mercado da UE livres de quotas e tarifas, ou seja, 0%", disse o ministro das Relações Exteriores de Cabo Verde. Segundo as normas da UE, o SPG+ é um sistema idealizado pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (CNUCED) para que mercadorias de países em desenvolvimento tenham acesso privilegiado aos mercados desenvolvidos. O mecanismo é unilateral e não recíproco, ou seja, os países desenvolvidos concedem o tratamento tarifário preferencial, sem obter o mesmo tratamento em contrapartida dos países em desenvolvimento. Desde 1 de Janeiro deste ano que passaram a valer as novas regras de origem, procedimentos e métodos de cooperação administrativa necessários para a gestão e o controlo de origem do SPG na UE. O objectivo da actualização do Regulamento, realizada em Novembro último, é tornar mais simples e flexíveis as regras de origem preferencial dos produtos de países beneficiários, que abrange 178 países e territórios em todo o mundo. A decisão foi anunciada na sexta-feira pela Comissão Europeia em Bruxelas e, em relação a Cabo Verde, o acordo preferencial foi renovado indefinidamente após as autoridades cabo-verdianas terem cumprido os critérios de boa governação, garantindo-se "mais vantagens" para o programa conhecido também por "Tudo menos armas". "Cabo Verde é hoje o primeiro país africano que assina o SPG+", afirmou então o comissário europeu do Comércio, Karel De Gucht. Antes de 2007, altura até à qual era considerado País Menos Avançado (PMA), acedendo, nesse ano, ao estatuto de País de Rendimento Médio (PRM), Cabo Verde já contava com a possibilidade de exportar para os 27, livre de quotas e tarifas, para o que se concedeu um período de transição até 31 de Dezembro deste ano, permitindo aos operadores ajustarem-se ao novo regime tarifário. Em Outubro, porém, Cabo Verde pediu à UE para entrar no SGP+, "mais favorável", garantindo que aceitaria 27 convenções internacionais sobre o respeito pelos Direitos Humanos e Laborais, meio ambiente e boa governação. A UE é o principal exportador (94% do total, representando 36 milhões de euros) e importador (78%, com 493 milhões de euros) de Cabo Verde. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 11:56 Tailandesa PTT aumenta oferta pela Cove EnergyA empresa tailandesa PTT anunciou hoje que aumentou para 1,5 mil milhões de euros a sua oferta pela compra da23/05/12, 11:02 Exportações para Moçambique aumentaram 95% no primeiro trimestreAs exportações portuguesas para Moçambique cresceram 95% no primeiro trimestre de 2012, relativamente ao23/05/12, 01:06 África eleva lucro da Mota-EngilO lucro da Mota-Engil cresceu 45% no primeiro trimestre, face ao mesmo período de 2011, atingindo a fasquia
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