História da agência de notícias de Cabo Verde contada em livro África 24/11/11, 09:42OJE/Lusa A história da evolução da agência noticiosa em Cabo Verde desde 1988 é o tema do livro que o jornalista cabo-verdiano José Mário Correia lança na sexta-feira na Cidade da Praia, que teve o apoio da Agência Lusa. "Da Cabopress à Inforpress SA - 1988-2011 - Duas Décadas de Jornalismo - Um Novo Começo? Online" é o título do livro, cujo autor é um dos pioneiros da agência noticiosa cabo-verdiana que adoptou a actual denominação em 1997. Com 166 páginas, o livro conta, paralelamente, a própria história de Cabo Verde e recorda os principais títulos da imprensa de então, explicando o contexto de como surge a Cabopress, que oficialmente nasceu em 1984 mas só quatro anos mais tarde entrou em funcionamento, com o apoio da Lusa. "Na génese está a ideia segundo a qual de que nada existe se não ficar no papel. É fundamental que fiquem para a posteridade no papel os trajectos da agência. É um testemunho", disse à Lusa José Mário Correia, hoje presidente da Inforpress. "A Cabopress foi criada em 1984, passou quatro anos sem jornalistas e, a partir de 1988, com a formação dos primeiros jornalistas, numa cooperação com a Lusa, iniciou a sua actividade de produção e divulgação da informação", recordou lembrando a presença da agência portuguesa em todos os momentos da Inforpress. No livro está também o primeiro texto publicado pela Cabopress na imprensa internacional, a 09 de julho de 1988, através da Lusa, cujo então delegado, António Caeiro, actualmente em Pequim, deu conta do texto "Perestroika ou Pirestroika", uma alusão ao então primeiro-ministro cabo-verdiano, Pedro Pires. Com variadas curiosidades, o livro lembra, por exemplo, as máquinas de escrever "AZERTY" e "QWERTY", substituídas, depois, pelos Tandy, e, em 1998, a abertura à nova era tecnológica, com a entrada em cena da "frieza e silêncio dos 'bits'" dos computadores e a criação, já em 2000, do próprio sítio, www.inforpress.cv. "A Cabopress iniciou a sua actividade com nove jornalistas na sede e três correspondentes - São Vicente, Fogo e Sal. Hoje somos 22 jornalistas e temos correspondentes em todas as ilhas para cobrir os 22 concelhos", disse José Mário Correia, que demorou 14 meses a redigir o livro, depois de 18 a amadurecer a ideia. "O livro levou 14 meses. Há o primeiro momento, a decisão de avanço, mais uns cinco ou sete meses de pesquisa nos arquivos da Inforpress e da Lusa, numa colaboração com o secretário geral da Lusa (José António Santos), que disponibilizou toda a documentação possível e os restantes sete meses de escrita aturada", explicou. Hoje, a Inforpress está equipada com a mais nova tecnologia de comunicação e pretende alargar a sua actividade à Multimédia, seguindo as pisadas da Lusa, facto a que não é alheio o fascínio assumido por José Mário Correia, licenciado em Jornalismo Internacional e doutorando em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais, na Universidade do Porto. José Mário Correia, natural de Santa Catarina, interior de Santiago, onde nasceu a 25 de Junho de 1963, é mestre em Políticas e Gestão do Ensino Superior e professor na Universidade de Cabo Verde (UNI-CV), onde lecciona Semiótica da Comunicação. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 11:56 Tailandesa PTT aumenta oferta pela Cove EnergyA empresa tailandesa PTT anunciou hoje que aumentou para 1,5 mil milhões de euros a sua oferta pela compra da23/05/12, 11:02 Exportações para Moçambique aumentaram 95% no primeiro trimestreAs exportações portuguesas para Moçambique cresceram 95% no primeiro trimestre de 2012, relativamente ao23/05/12, 01:06 África eleva lucro da Mota-EngilO lucro da Mota-Engil cresceu 45% no primeiro trimestre, face ao mesmo período de 2011, atingindo a fasquia
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