Jovens Empresários de Cabo Verde defendem revisão do Código Laboral África 03/11/11, 11:48OJE/Lusa A Associação de Jovens Empresários de Cabo Verde (AJEC) defende uma revisão do Código Laboral, com a inclusão de medidas que protejam as empresas, considerando que o momento "não é ideal" para a implementação do 13.º mês. O presidente da AJEC, Rui Levy, citado pela Inforpress, falava aos jornalistas à saída de uma audiência com o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, no quadro do debate do acordo de concertação estratégica em sede de Concertação Social e da análise da situação da crise internacional, como o impacte na economia nacional. Sobre o empreendedorismo, como o fomentar e possíveis medidas para apoiar o primeiro emprego, a preocupação do presidente da AJEC foi para o facto de as empresas investirem nos recém-formados e, ao contrário do que acontece com os empregados em caso de despedimento, a lei não protege o empregador. "Queremos que hajam medidas que possam proteger as empresas, porque, quando pretendemos despedir alguém, há um conjunto de reivindicações e indemnizações que têm de ser cumpridas. Mas, quando o empregado resolve sair, porque encontrou uma melhor opção, não há qualquer protecção para a empresa", precisou. Rui Levy advogou, por isso, a revisão do Código Laboral, já que o actual "é demasiado proteccionista" do emprego e não do trabalho, uma vez que, muitas vezes, "as pessoas querem um emprego e não um trabalho". Sobre o 13.º mês, que o governo, apesar das promessas eleitorais, já disse que não será institucionalizado em 2012, Rui Levy disse concordar com a sua criação, mas só no caso de haver condições, pois, agora, "o momento não é o ideal"."Não estamos no momento ideal, porque também depois trás um arrastamento para o sector privado a sua implementação a nível do Função Pública", defendeu. No entanto, o presidente da AJEC defendeu que a implementação do novo Plano de Cargos, Carreira e Salários, com avaliação do desempenho, uma novidade do governo, poderá trazer os prémios necessários para as pessoas mais produtivas e que se empenham mais. Nesse sentido, lembrou que a iniciativa do governo em premiar a produtividade é "algo que é uma prática normal nas empresas", que também poderá ser implementado na Função Pública. Quanto ao salário mínimo, Rui Levy salientou tratar-se de uma "boa medida", que vai permitir um emprego decente e nivelar algumas injustiças, sobretudo no sector informal, pelo que acredita que um montante acertado não irá tirar competitividade à economia cabo-verdiana e irá combater a concorrência desleal. Na semana passada, o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, indicou que, apesar de o governo estar aberto ao diálogo no seio da concertação social, a atribuição do 13.º mês, a criação do salário mínimo e os aumentos salariais em 2012 não serão implementados no próximo ano devido ao agravamento da crise internacional. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 11:56 Tailandesa PTT aumenta oferta pela Cove EnergyA empresa tailandesa PTT anunciou hoje que aumentou para 1,5 mil milhões de euros a sua oferta pela compra da Cove Energy, que participa na prospeção de gás no23/05/12, 11:02 Exportações para Moçambique aumentaram 95% no primeiro trimestreAs exportações portuguesas para Moçambique cresceram 95% no primeiro trimestre de 2012, relativamente ao mesmo período do ano anterior, revelou hoje o23/05/12, 01:06 África eleva lucro da Mota-EngilO lucro da Mota-Engil cresceu 45% no primeiro trimestre, face ao mesmo período de 2011, atingindo a fasquia dos 4,5 milhões de euros. Esta melhoria foi21/05/12, 18:32 EUA apresentam iniciativa comercial para colmatar défice na relação bilateral com MoçambiqueO embaixador dos EUA em Portugal admitiu hoje um défice da presença norte-americana nas relações comerciais com países africanos e apresentou o Fórum Acess |