Lacatoni vai apostar em África depois de vestir 40% das duas ligas profissionais África 12/12/11, 09:48OJE/Lusa A Lacatoni, marca de vestuário desportivo nascida em Braga há 25 anos, veste 13 equipas das duas ligas profissionais de futebol e quer continuar a crescer, projectando a construção de uma fábrica em Moçambique. Em Novembro, uma delegação da Lacatoni esteve naquele país e chegou a acordo com a Federação Moçambicana de Futebol para equipar a sua selecção, assim como os seus árbitros, nos próximos quatro anos. A ambição dos responsáveis minhotos é maior e passa ainda pela construção de uma fábrica naquele país africano, o que permitirá criar 300 postos de trabalho. Os contactos com o governo moçambicano já foram feitos, mas os últimos detalhes vão ainda ser discutidos em Janeiro, quando Carlos Carvalhal, um dos sócios fundadores, visitar o país. Depois de formalizados todos os acordos, a empresa espera partir para a execução do projecto em finais de 2012. "Fomos a Moçambique para criar uma relação, não para fechar um negócio. Queremos estabelecer uma grande parceria não só com o desporto, mas com o país", explica Patrícia Soares, directora de comunicação, à Lusa. A marca minhota equipa sete dos 16 emblemas que compõem a primeira liga (Académica, Marítimo, Paços de Ferreira, Rio Ave, Olhanense, Vitória de Setúbal e Vitória de Guimarães) e outros seis da Liga de Honra (Santa Clara, Moreirense, Aves, Freamunde, Arouca e Trofense). Tem ainda acordos com a Federação Portuguesa de Futebol (equipamentos dos árbitros) e Federação Portuguesa de Patinagem, além de produtos específicos para andebol, basquetebol, voleibol, hóquei em patins ou futsal. Em Portugal, a empresa não tem produção própria, recorrendo a "outsourcing" para o fabrico dos seus produtos. Existem também parcerias com Angola, cuja selecção de futebol vestiu Lacatoni nos últimos jogos, como no recente particular com o Sporting, e é vontade da marca portuguesa equipar oficialmente os "Palancas Negras". Os responsáveis calculam um crescimento anual de cerca de 12% e as "perspectivas são de crescer". "A nossa empresa pertence ao grupo de 10% das empresas com mais estabilidade e credibilidade financeira e económica em Portugal e há projectos para os próximos anos", frisa Patrícia Soares. A Lacatoni nasceu em 1986 num pequeno espaço num bairro residencial de Braga pelas mãos de três sócios e o seu batismo deve-se a partes dos seus nomes e alcunhas. João Alberto (Lacota), António Soares (Toni) e, o mais famoso, Carlos Carvalhal, actual treinador dos turcos do Besiktas ex-técnico do Sporting, e antigo futebolista do Sporting de Braga e FC Porto, entre outras equipas, nas décadas de 80 e 90. Da experiência enquanto jogadores - Lacota ainda jogou na I divisão (no Desportivo de Chaves), mas uma lesão ditou o abandono precoce da carreira, enquanto Toni não passou dos distritais e, aos 21 anos, deixou de jogar - surgiu a ideia de explorar este nicho de mercado e os primeiros clientes surgiram naturalmente desses contactos privilegiados. A Lacatoni tem 20 funcionários e showrooms em Coimbra, Leiria, Lisboa, Açores e Madeira, assim como na Europa, sobretudo onde existem fortes comunidades portuguesas. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 11:56 Tailandesa PTT aumenta oferta pela Cove EnergyA empresa tailandesa PTT anunciou hoje que aumentou para 1,5 mil milhões de euros a sua oferta pela compra da Cove Energy, que participa na prospeção de gás no23/05/12, 11:02 Exportações para Moçambique aumentaram 95% no primeiro trimestreAs exportações portuguesas para Moçambique cresceram 95% no primeiro trimestre de 2012, relativamente ao mesmo período do ano anterior, revelou hoje o23/05/12, 01:06 África eleva lucro da Mota-EngilO lucro da Mota-Engil cresceu 45% no primeiro trimestre, face ao mesmo período de 2011, atingindo a fasquia dos 4,5 milhões de euros. Esta melhoria foi21/05/12, 18:32 EUA apresentam iniciativa comercial para colmatar défice na relação bilateral com MoçambiqueO embaixador dos EUA em Portugal admitiu hoje um défice da presença norte-americana nas relações comerciais com países africanos e apresentou o Fórum Acess |