Brasil deverá crescer 4,5% este ano Economia 25/01/12, 01:00OJE O ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, projetou um crescimento de 4,5% para o país em 2012, diante de uma previsão de agravamento na economia mundial no mesmo período. "Temos pela frente um cenário internacional adverso, com uma situação pior do que foi em 2011. Mesmo assim, o Brasil reúne condições para superar estas dificuldades e acelerar o crescimento em relação a 2011", afirmou o ministro em declarações à imprensa. A previsão do Governo brasileiro é de que a economia mundial cresça 3% em 2012, contra 4% em 2011, enquanto a subida do PIB brasileiro deverá ficar em 4,5% - valor superior à estimativa de crescimento de 3% para este ano. O ministro chegou a considerar ainda um aumento de apenas 4% - caso haja uma piora no quadro económico mundial - e um máximo de 5%, a considerar uma possível melhora na situação económica dos EUA e União Europeia. A previsão oficial de crescimento do Governo na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2012 é de 5%. O ministro deu a entender que a subida prevista decorre de maiores esforços por parte do Estado. "A prioridade máxima do Governo é dinamizar o investimento. O ano de 2012 será um ano de aumento dos investimentos, em infraestruturas, no Minha Casa, Minha Vida (programa de habitação do Governo), no Mundial (de futebol)", afirmou. Outra estratégia será o aumento da oferta de crédito, com redução do custo financeiro que, na análise do ministro, "continua elevada". "Temos de crescer de 15 a 17% o crédito no Brasil em 2012. Mas o mais importante é aumentar o crédito reduzindo o custo financeiro", observou. O ministro destacou ainda que o Brasil goza de um imenso prestígio internacional e interno, o que deverá a ajudar impulsionar a economia doméstica ao longo do ano. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 16:52 Paris e Madrid querem fazer tudo para manter Grécia na Zona EuroO Presidente francês, François Hollande, e o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, asseguraram hoje em23/05/12, 16:09 Número de casais inscritos nos centros de emprego atinge máximo histórico em abrilO número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo23/05/12, 12:04 Juros descem nas maturidades mais baixas em dia de reunião dos líderes europeusOs juros da dívida portuguesa estão hoje ligeiramente pressionados a dez anos, mas descem a dois e cinco
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