Bruxelas chumba fusão entre NYSE Euronext e Deutsche Börse, dizem bolsas Economia 01/02/12, 10:48OJE/Lusa A Comissão Europeia chumbou hoje a fusão entre as bolsas NYSE Euronext e Deutsche Börse, anunciaram as duas operadoras em notas de imprensa, antes de Bruxelas se pronunciar formalmente sobre o tema. "A Deutsche Börse e a NYSE Euronext foram informadas que a Comissão Europeia decidiu proibir a sua fusão", disse a operadora alemã em comunicado. A oposição de Bruxelas ao negócio, que criaria o maior operador de bolsa do mundo, terá sido motivada face aos receios de um monopólio no mercado de derivados, embora a "Comissão Barroso" ainda não tenha revelado oficialmente a sua posição e os motivos da recusa do negócio. Se a fusão tivesse lugar, esta criaria a maior operadora de bolsa mundial, com a holding a criar a ser detida em 60% pelos acionistas da Deutsche Börse e em 40% pelos da NYSE Euronext, que gere as praças de Nova Iorque, Paris, Bruxelas, Amesterdão e Lisboa. A sinergia resultaria numa receita anual de 150 milhões de euros. "A nossa fusão teria criado um padrão elevado para a estabilidade, transparência e eficiência no mercado de capitais global, e propusemos soluções significativas e tangíveis para atender às preocupações da Comissão Europeia com a transação. No entanto, como deixámos claro em todo este processo, não concordaríamos com qualquer concessão que possa comprometer ou prejudicar a lógica industrial e económico da fusão proposta", comentou Jan-Michiel Hessels, presidente da NYSE Euronext. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 16:52 Paris e Madrid querem fazer tudo para manter Grécia na Zona EuroO Presidente francês, François Hollande, e o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, asseguraram hoje em23/05/12, 16:09 Número de casais inscritos nos centros de emprego atinge máximo histórico em abrilO número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo23/05/12, 12:04 Juros descem nas maturidades mais baixas em dia de reunião dos líderes europeusOs juros da dívida portuguesa estão hoje ligeiramente pressionados a dez anos, mas descem a dois e cinco
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