PUB
Faça do OJE a sua homepage
Montepio
Carlos Costa diz que não há risco de bancos falharem nas metas da Troika
Economia
03/02/12, 12:07
OJE/Lusa

O Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, disse hoje que "não há riscos" de os bancos portugueses falharem no cumprimento das metas definidas pela Troika, em especial no que concerne ao cumprimento dos rácios de capital mínimos exigidos.

 
O responsável pelo supervisor bancário participou hoje numa conferência organizada pela Associação Portuguesa de Bancos (APB), em Lisboa, sobre risco sistémico no setor financeiro.
 
Referindo-se em específico às metas mínimas exigidas aos bancos portugueses para os rácios de capital (usados como medida de avaliação da solvabilidade de uma instituição bancária), Carlos Costa disse que não "há riscos de falhar nenhum objetivo" já que, em última necessidade, os bancos podem recorrer à linha de recapitalização de 12 mil milhões de euros destinada pela Troika ao setor financeiro no âmbito do pacote de ajuda externa.
 
"Os bancos são encorajados para encontrarem soluções no mercado para reforçarem as suas posições de capital. Mas se não conseguirem, os fundos públicos estão disponíveis", afirmou o governador do Banco de Portugal, garantindo que "não há riscos de falhar nenhum objetivo".
 
Os bancos têm de ter fechado o exercício de 2011 com um rácio de capital core tier 1 (capital sobre ativos ponderados pelo risco) de 9%, o qual tem de ser reforçado para 10% até final deste ano. Em 2008, segundo Carlos Costa, a média deste rácio era de 6,8% no sistema bancário.
 

0  Comentários
0 votos
23/05/12, 16:52

Paris e Madrid querem fazer tudo para manter Grécia na Zona Euro

O Presidente francês, François Hollande, e o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, asseguraram hoje em Ver Notícia
23/05/12, 16:09

Número de casais inscritos nos centros de emprego atinge máximo histórico em abril

O número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo Ver Notícia
23/05/12, 12:04

Juros descem nas maturidades mais baixas em dia de reunião dos líderes europeus

Os juros da dívida portuguesa estão hoje ligeiramente pressionados a dez anos, mas descem a dois e cinco Ver Notícia
Artigos relacionados
  • EUROPE
  • US
  • ASIA
PSI 20
Powered by
CAC 40
pub

NOTICIAS
  • ÚLTIMAS
  • + LIDAS
  • DESTAQUES