Conselho Europeu considera insuficientes medidas da Hungria para travar a crise Economia 24/01/12, 16:51OJE/Lusa O Conselho Europeu deu hoje luz verde a eventuais sanções contra a Hungria por causa do seu défice excessivo, no mesmo dia em que o primeiro-ministro, Viktor Orban, visita Bruxelas para discutir as leis controversas da nova Constituição do País. Reunido em formato de Ecofin, juntando os ministros das Finanças dos 27, o Conselho aprovou em Bruxelas a avaliação feita recentemente pela Comissão Europeia, que tem agora luz verde para avançar com uma recomendação de sanções. "A Hungria não fez o suficiente", dizem os titulares das Finanças europeus em nota divulgada no final da reunião desta manhã do Ecofin. A 11 de janeiro, e fazendo uso pela primeira vez dos novos poderes que possui no quadro do chamado "6 pack" - as novas regras de reforço da governação económica -, o executivo comunitário fez uma avaliação negativa das medidas adotadas pela Hungria para reduzir o seu défice e recomendou a aplicação de medidas suplementares dirigidas ao país que, por não ser membro da Zona Euro, não pode ser sujeito a multas, mas poderá ver congelados os fundos de coesão de que beneficia. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 16:52 Paris e Madrid querem fazer tudo para manter Grécia na Zona EuroO Presidente francês, François Hollande, e o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, asseguraram hoje em Paris que tudo farão para que a Grécia se mantenha23/05/12, 16:09 Número de casais inscritos nos centros de emprego atinge máximo histórico em abrilO número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo histórico, tendo aumentado 70,6% face ao período23/05/12, 12:04 Juros descem nas maturidades mais baixas em dia de reunião dos líderes europeusOs juros da dívida portuguesa estão hoje ligeiramente pressionados a dez anos, mas descem a dois e cinco anos, respetivamente, no dia em que os líderes da UE23/05/12, 11:40 Japão mantém taxas de juro entre zero e 0,1%O Banco do Japão decidiu hoje manter as taxas de juro entre zero e 0,1% - nível em que se encontram desde dezembro de 2008 - e alertou para riscos derivados do |