Desemprego sobe até 11% em 2010 Economia 02/10/09, 01:00 OJE O Fundo Monetário Internacional reviu ontem em alta as suas previsões para a economia portuguesa, que vai voltar a crescer em 2010, mas com o desemprego a manter-se como a grande ameaça à retoma. O World Economic Outlook, apresentado ontem, corrigiu as previsões do FMI avançadas em Julho para Portugal - contracção de 4,1% este ano e 0,5% para 2010 - , estimando agora um contracção da economia nacional mais ligeira - de 3,0% - em 2009 e um crescimento de 0,4% em 2010. Porém, apesar da melhoria na actividade, o desemprego vai continuar a ser a maior dor de cabeça para o Governo e a maior ameaça à retoma. Segundo o FMI, a taxa de desemprego em Portugal vai atingir os 9,5% este ano - em 2008 a taxa foi de 7,6% - e subir até aos 11% em 2010, em linha com a restante Zona Euro - desemprego de 9,9% e 11,7% em 2009 e 2010, respectivamente. A inflação vai ficar em terreno negativo este ano com os preços no consumidor a sofrerem uma retracção de 0,6% para depois acelerar para um crescimento de 1,0%. O FMI reviu em alta as suas previsões para a economia mundial anunciando o fim da recessão em 2010. ![]() ![]() ![]() 03/02/12, 16:56 Comissão para recuperar empresas falidas tem 30 dias para apresentar soluçõesA comissão interministerial de acompanhamento do programa Revitalizar, que visa a recuperação de empresas "operacionalmente viáveis", tem 30 dias para03/02/12, 15:32 Juncker nega Eurogrupo na segunda-feira mas admite reunião na próxima semanaO presidente do Eurogrupo negou hoje a realização de uma reunião de ministros das Finanças da zona euro na próxima segunda-feira, mas admitiu que venha a ser03/02/12, 14:55 Bancos portugueses estão "robustos e resilientes"O Banco de Portugal (BdP) disse hoje que o sistema bancário português está "mais robusto e resiliente" do que em 2008, quando se iniciou a crise financeira,03/02/12, 12:07 Carlos Costa diz que não há risco de bancos falharem nas metas da TroikaO Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, disse hoje que "não há riscos" de os bancos portugueses falharem no cumprimento das metas definidas pela |