EDP e REN em privatização já no 3.º trimestre Economia 30/06/11, 16:20OJE/Lusa O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou hoje que a REN e a EDP são algumas das empresas que o Governo tenciona colocar em processo de privatização já no terceiro trimestre deste ano.
Pedro Passos Coelho falava após uma intervenção da líder parlamentar interina do PS, Maria de Belém.
Na sua intervenção, a líder interina da bancada socialista questionou o primeiro-ministro sobre como iria fazer face ao potencial recessivo das medidas que constam no programa subscrito pelo Estado Português com a troika (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia).
Na resposta, o líder do executivo de coligação PSD/CDS sustentou que "não haverá crescimento sem primeiro haver consolidação orçamental".
Para atenuar os efeitos recessivos resultantes das medidas de austeridade, Passos Coelho defendeu uma "antecipação das medidas com impacto mais liberalizador sobre a economia, atraindo mais capital externo e promovendo uma maior competição e regulação dentro da economia".
"Por isso, apresentei um novo objectivo para este terceiro trimestre no sentido de antecipar já para o terceiro trimestre algumas das privatizações previstas ainda para este ano, nomeadamente a da REN e da EDP. Quanto mais depressa nós conseguirmos abrir a nossa economia a capitais externos, à concorrência e à liquidez dentro da nossa economia melhor garantiremos o retorno do crescimento a médio prazo e mais suave será a crise para os portugueses", sustentou o primeiro-ministro. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 16:52 Paris e Madrid querem fazer tudo para manter Grécia na Zona EuroO Presidente francês, François Hollande, e o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, asseguraram hoje em23/05/12, 16:09 Número de casais inscritos nos centros de emprego atinge máximo histórico em abrilO número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo23/05/12, 12:04 Juros descem nas maturidades mais baixas em dia de reunião dos líderes europeusOs juros da dívida portuguesa estão hoje ligeiramente pressionados a dez anos, mas descem a dois e cinco
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