FMI nega ter pedido papel particular do BCE para reduzir dívida grega Economia 26/01/12, 10:45OJE/Lusa O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou hoje que "não pediu" ao Banco Central Europeu (BCE) que "desempenhe um papel particular" para eliminar uma parte da dívida pública da Grécia, atualmente em negociação. "Para assegurar a viabilidade da dívida da Grécia, é essencial que um novo programa seja apoiado por uma combinação da participação do setor privado e de um apoio do setor público, que baixará a dívida para os 120% do PIB [produto interno bruto] até 2020", afirmou um porta-voz do Fundo, em comunicado. "A participação do setor privado" configura uma redução da dívida detida por bancos e outras instituições financeiras. Quanto aos credores públicos da Grécia, estes são o próprio FMI, bem como o BCE e a Comissão Europeia. "O Fundo não tem qualquer opinião sobre a contribuição relativa do setor privado e do apoio do setor público para atingir este objetivo" de reduzir o valor da dívida para os d120% do PIB, prosseguiu o porta-voz do FMI. "De acordo com isto, o FMI não pediu ao BCE para que desempenhe um papel particular", reiterou ainda. Na edição de hoje, o Financial Times afirmou que o FMI estava a pressionar a instituição de Frankfurt para que participe de uma forma ou de outra no esforço coletivo para resgatar a Grécia, aceitando perdas face aos montantes devidos pelo país. A diretora-geral do Fundo, Christine Lagarde, considerou hoje que se os bancos não tomarem uma atitude suficiente, os credores públicos deverão "também participar no esforço financeiro" de que Atenas precisa. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 16:52 Paris e Madrid querem fazer tudo para manter Grécia na Zona EuroO Presidente francês, François Hollande, e o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, asseguraram hoje em23/05/12, 16:09 Número de casais inscritos nos centros de emprego atinge máximo histórico em abrilO número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo23/05/12, 12:04 Juros descem nas maturidades mais baixas em dia de reunião dos líderes europeusOs juros da dívida portuguesa estão hoje ligeiramente pressionados a dez anos, mas descem a dois e cinco
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