Fundos estruturais e de coesão aumentaram 8% em 2011 Economia 27/01/12, 12:44OJE/Lusa Os fundos estruturais e de coesão entregues pela União Europeia (UE) aos seus Estados-membros aumentaram 8% em 2011, de 30,5 mil milhões de euros para 32,9 mil milhões, informou hoje a Comissão Europeia. Bruxelas reitera a importância dos referidos fundos num tempo de crise onde diversos países enfrentam atualmente "restrições orçamentais", pelo que tal financiamento é "uma fonte cada vez mais valiosa para o crescimento". "Os fundos estruturais são fundos de crescimento, que se pretende que sejam investidos de forma inteligente no desenvolvimento económico a longo prazo, apoiando a criação de empregos. Os números para 2011 indicam que estamos bem encaminhados e que a implementação da política durante este período de financiamento ganhou ritmo", disse o comissário europeu para a Política Regional, Johannes Hahn. A Comissão Barroso apela a que os Estados-membros utilizem os cerca de 22 mil milhões de euros do Fundo Social Europeu (FSE) ainda não comprometidos para projetos que melhorem as oportunidades de emprego para os jovens na UE. "O apoio do FSE é uma demonstração forte e concreta de solidariedade da UE, que é de particular importância nestes tempos difíceis", realçou László Andor, comissário europeu responsável pelo Emprego, os Assuntos Sociais e a Inclusão. O Conselho Europeu da próxima segunda-feira, que reunirá em Bruxelas os líderes e chefes de Governo dos 27, será dedicado ao tema do emprego e do crescimento económico. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 16:52 Paris e Madrid querem fazer tudo para manter Grécia na Zona EuroO Presidente francês, François Hollande, e o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, asseguraram hoje em23/05/12, 16:09 Número de casais inscritos nos centros de emprego atinge máximo histórico em abrilO número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo23/05/12, 12:04 Juros descem nas maturidades mais baixas em dia de reunião dos líderes europeusOs juros da dívida portuguesa estão hoje ligeiramente pressionados a dez anos, mas descem a dois e cinco
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