Juros de Portugal em máximos nos prazos mais longos Economia 27/01/12, 11:32OJE Os juros pedidos pelos investidores para comprar dívida portuguesa estão hoje a bater máximos históricos a cinco e dez anos situando-se nos 19,701 e 14,826%, respetivamente, subindo também na Grécia nas maturidades mais longas. Pelas 09:30 de Lisboa, os juros exigidos a Portugal no prazo de cinco e dez anos negociavam-se sob pressão no mercado secundário, transaccionando-se em máximos históricos, e a dois anos subiam também para 16,114%, de acordo com dados da agência de informação financeira Bloomberg. Já na quinta-feira, os juros pedidos pelos investidores para comprar dívida soberana portuguesa estavam também em máximos históricos naqueles dois prazos. Os investidores têm estado com atenção à evolução da dívida portuguesa que tem estado pressionada nos últimos dias naquelas maturidades mais longas. Na Itália e em Espanha nestes prazos os juros têm descido, de acordo com aquela agência. Por sua vez, na Grécia, os juros a cinco anos desciam para os 184,33%, a cinco anos subiam para os 52,197%, bem como a dez anos em que avançavam para os 33,512%. Já em Itália recuavam em todas as maturidades face aos valores fixados na quinta-feira. A dois anos negociavam-se nos 3,547%, a cinco anos transaccionavam-se nos 4,875% e a dez anos fixavam-se nos 6,043%. Na Espanha desciam a dois anos para os 2,606%, a cinco anos caíam para os 3,629% e a dez anos deslizavam para os 5,097%. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 16:52 Paris e Madrid querem fazer tudo para manter Grécia na Zona EuroO Presidente francês, François Hollande, e o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, asseguraram hoje em23/05/12, 16:09 Número de casais inscritos nos centros de emprego atinge máximo histórico em abrilO número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo23/05/12, 12:04 Juros descem nas maturidades mais baixas em dia de reunião dos líderes europeusOs juros da dívida portuguesa estão hoje ligeiramente pressionados a dez anos, mas descem a dois e cinco
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