Polónia avisa que não assinará texto atual do novo pacto europeu Economia 30/01/12, 14:48OJE/Lusa O primeiro-ministro polaco considerou hoje que falta coragem e ambição à versão atual do pacto de disciplina orçamental e avisou que Varsóvia não assinará o tratado se não poder participar no processo de decisão, após a assinatura. "A Polónia está pronta a assumir a corresponsabilidade por este pacto fiscal, mas há uma condição - o país participará no processo decisório sobre a forma como o tratado será aplicado", disse Donald Tusk, depois de um encontro com o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, que também quer maior representatividade no processo negocial do tratado. O encontro entre o responsável polaco e Martin Schulz decorreu horas antes do início, em Bruxelas, do Conselho Europeu, onde os chefes de Estado e de governo da União Europeia deverão encerrar as negociações do pacto orçamental. Este pacto deverá receber os votos favoráveis de 26 dos 27 países da União Europeia, ficando de fora o Reino Unido. "Nós não aceitamos o tratado na sua forma presente", garantiu Tusk. O tratado, que tem como objetivo evitar a repetição da crise da dívida soberana europeia, deverá receber o acordo de princípio dos líderes europeus, antes da adoção formal na cimeira europeia de 1 e 2 de março. Um dos temas ainda em debate, na atual versão, é a possibilidade de os países fora do euro, que assinem o tratado, participarem nas cimeiras. França já disse que quer limitar a presença dos países fora da Zona Euro a uma participação por ano. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 19:24 Zona Euro prepara plano de contingência em caso de abandono gregoOs membros da Zona Euro estão a preparar planos de contingência caso a Grécia abandone a união monetária,23/05/12, 16:52 Paris e Madrid querem fazer tudo para manter Grécia na Zona EuroO Presidente francês, François Hollande, e o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, asseguraram hoje em23/05/12, 16:09 Número de casais inscritos nos centros de emprego atinge máximo histórico em abrilO número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo
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