Zona euro deverá superar "ligeira recessão" no segundo semestre, estima Standard & Poor's Economia 02/02/12, 12:07OJE/Lusa A zona euro deverá "gradualmente sair de uma ligeira recessão" na segunda metade deste ano, estima a agência de notação financeira Standard & Poor's (S&P) num relatório hoje divulgado. "Os países do núcleo duro [da zona euro - Alemanha, França, Holanda] deverão liderar o regresso ao crescimento, com os outros países a registar desempenhos divergentes", afirma Jean-Michel Six, economista-chefe da S&P para a região europeia. A agência projeta agora que, no cômputo de 2012, o PIB da zona euro terá uma variação nula; em 2013, irá crescer 1%. O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu recentemente as suas previsões para a zona euro, estimando que o PIB dos 17 irá encolher 0,5% este ano e crescer apenas 0,8% no próximo. A S&P dá mais probabilidade a um cenário de "lenta recuperação", mas não descarta totalmente a possibilidade de uma recessão este ano. Isso teria "um impacto particularmente negativo sobre países como Espanha, Portugal e Itália". A agência identifica ainda três fatores que considera fundamentais para a evolução da economia europeia no curto prazo: a procura dos mercados emergentes, a reação dos consumidores europeus às incertezas geradas pela crise e a resposta dos Governos da União e "especialmente do Banco Central Europeu" aos problemas da dívida soberana. Em janeiro, a S&P diminuiu a notação da dívida soberana de Portugal para o nível BB, um nível considerado "lixo". ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 19:24 Zona Euro prepara plano de contingência em caso de abandono gregoOs membros da Zona Euro estão a preparar planos de contingência caso a Grécia abandone a união monetária,23/05/12, 16:52 Paris e Madrid querem fazer tudo para manter Grécia na Zona EuroO Presidente francês, François Hollande, e o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, asseguraram hoje em23/05/12, 16:09 Número de casais inscritos nos centros de emprego atinge máximo histórico em abrilO número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo
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