Observatório Europeu da Droga alerta que tratamentos são "economicamente vantajosos" Internacional 15/11/11, 11:02OJE/Lusa O Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT) reconhece a necessidade de reduzir custos, mas alerta que os tratamentos são "economicamente vantajosos" do ponto de vista social. Num relatório hoje divulgado em Lisboa, o Observatório realça: "Na actual conjuntura financeira é prioritário assegurar a mais elevada qualidade e os melhores resultados do tratamento com os menores custos possíveis". Numa análise que faz o levantamento das principais fontes de financiamento para o tratamento da toxicodependência numa série de países europeus, o OEDT sustenta que "o tratamento é economicamente vantajoso do ponto de vista social". O estudo que aborda os custos dos serviços de tratamento de toxicodependentes na Europa, o OEDT conclui que o Estado é o principal financiador, apesar de divergir o nível de governo através do qual as verbas são canalizadas (Governo central na Estónia, Grécia, Chipre, Luxemburgo, Portugal e Reino Unido e regional ou local na Dinamarca, Espanha e Finlândia). "Os seguros de saúde também são importantes financiadores [dos tratamentos] em diversos países", sublinha o documento, apontando como exemplos a República Checa, Alemanha, Luxemburgo, Áustria e Eslovénia. Dos nove países que reportaram os custos anuais dos tratamentos contra a droga, a estimativa do OEDT indica que em cada ano estes estados-membros gastam entre um a 20 euros por cada toxicodependente. Dos sete países que forneceram dados suficientes para permitir cálculos, a média anual de custos por tratamento/toxicodependente varia entre os 550 e os 4.900 euros. Por país, a percentagem de despesa total explicitamente identificada como estando relacionada com a droga variou entre um e 47%. As prisões (31%) e os serviços de polícia (16%) constituíram a maior parte da despesa directa no domínio da ordem e segurança públicas. Na área da saúde, a despesa directa referia-se sobretudo aos serviços de tratamento em regime de ambulatório (68%) e hospitalar (16%), seguidos pelos medicamentos (7%). ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 14:59 Durão Barroso sublinha a importância de Atenas honrar compromissosO presidente da Comissão Europeia transmitiu hoje ao primeiro-ministro da Grécia o "forte desejo" de Bruxelas de que o país permaneça no euro, mas sublinhou a23/05/12, 14:47 Berlim propõe pistas para recuperar credibilidade europeiaA Alemanha propõe seis pistas para relançar a credibilidade da Europa sem comprometer os orçamentos e promovendo o financiamento de grandes projetos de23/05/12, 08:14 Hollande domina atenções na sua estreia em Bruxelas em reunião dedicada ao crescimentoO novo presidente francês vai centrar as atenções na quarta-feira à noite, em Bruxelas, ao participar pela primeira vez numa reunião de chefes de Estado e de23/05/12, 07:59 Petróleo e gás provocam défice na balança comercial nipónicaO Japão está a registar um elevado défice na sua balança comercial depois das importações de petróleo e gás terem aumentado muito acentuadamente devido à |