TVE vai discutir reintrodução da publicidade para compensar corte de 200 milhões Internacional 02/01/12, 17:58OJE/Lusa A televisão pública espanhola RTVE vai discutir na próxima quarta-feira a reintrodução da publicidade, para ultrapassar um corte de 200 milhões de euros num orçamento de 1000 milhões, 80% dos quais já estão comprometidos. O orçamento da RTVE, anunciou o novo Governo espanhol no final do último conselho de ministros no passado dia 30, foi reduzido em cerca de 20% e é agora considerado insuficiente pela administração da estação para fazer frente ao atual modelo de serviço público, que inclui seis canais de televisão (La 1, La 2, Canal 24 Horas, Clan, Teledeporte e TVE-HD) e ainda cinco estações de rádio. Uma das soluções que o conselho de administração da RTVE irá discutir no próximo dia 4, indica o diário espanhol El Pais na sua edição online, é o regresso, ao final de um ano, da publicidade ao modelo de televisão pública, cuja principal receita é uma subvenção direta do Estado espanhol na ordem dos 550 milhões de euros. O corte de 200 milhões de euros ao orçamento de 1,2 mil milhões previsto para 2012 pode representar a "estocada mortal" na estação pública de televisão, indica o El Pais, pelo que a administração da estação encara ainda a hipótese de vender direitos desportivos ou mesmo o encerramento de canais, enquanto pretende conservar a estrutura territorial do grupo e não pretende estender mais um plano de redução de efetivos que levou à saída recente de mais de 4000 funcionários (cerca de 40% dos seus efetivos). De acordo com o presidente em exercício da administração da RTVE, Santos Ruesga, ouvido pelo El Pais, o regresso de publicidade à TVE em "três minutos por hora" poderia representar uma receita de 100 milhões de euros e não teria um grande impacto junto dos telespetadores, uma vez que a estação pública tem autorização para emitir quatro minutos de publicidade por hora em autopromoções. A medida implicaria a alteração da atual lei espanhola de financiamento da televisão pública, mas "seria a menos prejudicial", defendeu ao diário Santos Ruesga. "Antes de a adotar, o governo consultaria as cadeias privadas, que não iriam gostar porque implicaria uma descida dos preços da publicidade", estimou ainda. A solução foi, em contrapartida, questionada por outro membro da administração, o socialista Miguel Ángel Sacaluga, que a considerou juridicamente complexa, uma vez que as televisões privadas já pagam 0,3% das suas receitas pelo facto da TVE não passar publicidade, assim como as operadoras de telecomunicações pagam 0,9% das receitas pela mesma razão. ![]() ![]() ![]() 23/05/12, 14:59 Durão Barroso sublinha a importância de Atenas honrar compromissosO presidente da Comissão Europeia transmitiu hoje ao primeiro-ministro da Grécia o "forte desejo" de Bruxelas de que o país permaneça no euro, mas sublinhou a23/05/12, 14:47 Berlim propõe pistas para recuperar credibilidade europeiaA Alemanha propõe seis pistas para relançar a credibilidade da Europa sem comprometer os orçamentos e promovendo o financiamento de grandes projetos de23/05/12, 08:14 Hollande domina atenções na sua estreia em Bruxelas em reunião dedicada ao crescimentoO novo presidente francês vai centrar as atenções na quarta-feira à noite, em Bruxelas, ao participar pela primeira vez numa reunião de chefes de Estado e de23/05/12, 07:59 Petróleo e gás provocam défice na balança comercial nipónicaO Japão está a registar um elevado défice na sua balança comercial depois das importações de petróleo e gás terem aumentado muito acentuadamente devido à |