Passageiros começam hoje a sentir efeitos da greve dos transportes Nacional 01/02/12, 10:08OJE/Lusa Os passageiros dos transportes públicos enfrentam na quinta-feira a terceira greve das empresas públicas do setor em três meses, cujos efeitos começam a fazer-se sentir já hoje ao final do dia. Depois da greve das empresas do setor dos transportes de 8 de novembro e da greve geral de 24 de novembro (que afetou as empresas de transportes), a paralisação de quinta-feira será a terceira a afetar os utentes dos transportes públicos. O Metropolitano de Lisboa (ML), a Carris, a CP - Comboios de Portugal, a CP Carga, a Refer, a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP), Transtejo e Soflusa são as empresas afetadas pela greve. A paralisação terá uma duração de 24 horas em todas as empresas, com exceção do grupo Trasntejo/Soflusa, onde os trabalhadores vão parar três horas por turno. O ML, a CP e o grupo Transtejo/Soflusa, que assegura as ligações fluviais entre as duas margens do rio Tejo, em Lisboa, já informaram os passageiros que os efeitos da greve vão fazer-se sentir já hoje ao final do dia. No caso ML, a circulação estará suspensa entre as 23:30 de hoje e a 1:00 de sexta-feira, devendo o serviço ser normalizado a partir das 06:30 de sexta-feira. A CP prevê perturbações nos comboios urbanos de Lisboa e do Porto hoje à noite, perspetivando a normalização dos serviços durante a manhã de sexta-feira. Na quinta-feira, deverão circular cerca de 20% da oferta normal da CP (1470 comboios), o que corresponde aos serviços mínimos decretados pelo tribunal arbitral do Conselho Económico e Social (CES). Na Carris, os serviços mínimos definidos pelo tribunal arbitral do CES abrangem o "funcionamento de metade das carreiras 12, 36, 703, 708, 735, 738, 742, 751, 755, 758, 760, 767 e 790, o que corresponde a cerca de 13% dos serviços normalmente prestados" pela empresa. Já na STCP, os serviços mínimos definidos pelo tribunal arbitral do CES apenas abrangem o período da madrugada (entre as 02:00 e as 05:00), período em que devem circular 20% da oferta habitual nas linhas 4M (Avenida dos Aliados -Maia) e 5M (Avenida dos Aliados - Travagem). Os sindicatos que apresentaram os pré-avisos de greve contestam as medidas anunciadas pelo Governo para o setor dos transportes, como as privatizações e a redução de serviços. ![]() ![]() ![]() 22/05/12, 18:47 80% dos anúncios de emprego não referem qualificação exigida aos candidatosUm estudo efetuado por uma equipa do Instituto Superior de Ciências Empresariais e Turismo (ISCET) verificou22/05/12, 11:55 Metropolitano já regressou à normalidadeO Metropolitano de Lisboa informou hoje que a circulação das carruagens regressou à normalidade a partir das22/05/12, 09:05 Estações do Metro de Lisboa encerradas devido a greve parcialAs estações do metro estão todas encerradas devido à greve parcial que os trabalhadores do Metropolitano de
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