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Bancos perdem 1100 milhões com pensões e Grécia
Negócios
06/02/12, 01:06
Por Vítor Norinha/OJE

Millennium bcp, BPI e BES perderam quase 1100 milhões de euros no ano passado. As causas são, essencialmente, os custos de transferência dos fundos de pensões para a segurança social, uma medida negociada com o Governo e, no caso do BCP e do BPI, o prejuízo teve que ver com o grande impacto das imparidades geradas com a exposição à dívida grega.

Mas estes prejuízos não significam fragilidade do sistema financeiro. Carlos Costa, o Governador do Banco de Portugal, veio explicar, na sexta-feira e durante a conferência da Associação Portuguesa de Bancos, que as instituições portuguesas nunca estiveram, como agora, com níveis tão elevados de solvabilidade.
 
Do lado dos banqueiros, a resposta foi a mesma. O BES sofreu com o impacto dos fundos de pensões, mas Ricardo Salgado afirmou, em conferência, que o banco voltará aos lucros já neste trimestre. O Santander, que teve um lucro de 64,1 milhões de euros, sublinhou, através do novo CEO, António Vieira Monteiro, que a instituição está muito acima dos rácios exigidos pelo BdP e pela Troika.
 
O BCP vai recorrer aos fundos públicos, e terá uma nova administração, com forte presença do capital angolano. A administração aproveitou o ano passado para limpar o balanço.
 
Fernando Ulrich, o presidente do BPI, lamentou a má decisão quanto ao investimento em dívida grega, mas afirmou que a desalavancagem estava feita na instituição e os próximos anos são de forte recuperação. Lembrou os excelentes rácios de solvabilidade da instituição e o facto de os depositantes estarem seguros. A banca portuguesa entrou num novo paradigma, em termos de confiança, solvabilidade, transparência e crescimento. A desalavancagem para os 120% do rácio entre crédito e depósitos vai ser antecipado por todos os bancos. Gestores como Ricardo Salgado salientaram a forma abrupta como o objetivo foi definido.           
 
 
BCP com linha pública
O plano de recapitalização do Millennium bcp entregue ao Banco de Portugal envolve um aumento de capital destinado a subscrição pelos acionistas privados e inclui a utilização da linha de recapitalização pública, disse Santos Ferreira.
 
 
Desalavancagem abrupta
O programa de desalavancagem da banca foi estabelecido de "forma abrupta", afirmou o CEO do BES, Ricardo Salgado. Adiantou que "há esperança de que esses indicadores possam ser atenuados na velocidade a que estão a ser feitos".
 
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