CGD vai ao Parlamento explicar operações em paraísos fiscais Negócios 24/01/12, 07:59OJE/Lusa Alguns altos quadros da CGD, entre os quais elementos da comissão executiva, vão hoje explicar aos deputados da comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública as operações financeiras do banco público em paraísos fiscais. O requerimento apresentado pelo PCP no final do ano passado foi aprovado por unanimidade e, segundo disse na segunda-feira à agência Lusa uma fonte conhecedora do processo, a comitiva da Caixa Geral de Depósitos (CGD) deverá ser liderada por José de Matos, vice-presidente do conselho de administração e presidente da comissão executiva do banco estatal. Tal como explicou à Lusa, no início de janeiro, o deputado Honório Novo, do PCP, a intenção da audição é pedir esclarecimentos aos responsáveis do banco público na sequência das notícias que deram conta da transferência das operações financeiras da CGD no Centro Internacional de Negócios da Madeira para as Ilhas Caimão. Honório Novo explicou que o partido quer esclarecimentos não sobre a transferência em si, mas sobre "a existência de operações financeiras do banco público em offshores", demonstrando-se ainda "estupefacto e espantado" pelas declarações da secretária-geral do PS, Maria de Belém Roseira, que num programa de televisão terá "estranhado" que o PCP fizesse este requerimento já que sempre se demonstrou contra a Zona Franca da Madeira. O deputado explicou que o PCP tem vindo a defender sempre o fim da utilização de paraísos fiscais, independentemente da sua localização. ![]() ![]() ![]() 24/05/12, 08:40 Bosch vai criar 2 mil postos de trabalho na Alemanha este anoO grupo industrial alemão Bosch vai criar 2 mil postos de emprego na Alemanha em 2012, disse o diretor de24/05/12, 08:06 PepsiCo investe 1 milhão na fábrica do CarregadoA fábrica da PepsiCo/Matutano no Carregado instalou um projeto inovador na área da energia que vai permitir24/05/12, 01:06 Sonae surpreende com lucroO resultado líquido atribuível aos acionistas da Sonae afundou 86% no primeiro trimestre deste ano, recuando
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