CMVM quer apresentação de contas com planos de capitalização aprovados Negócios 25/01/12, 01:04OJE Os bancos portugueses que entregaram as propostas de capitalização ao Banco de Portugal (BdP) devem adiar a apresentação dos resultados até à aprovação dos planos por parte das autoridades, defendeu ontem o presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). "A CMVM é da opinião que deve haver um deferimento na apresentação dos resultados de 2011 dos bancos para a divulgação de informação completa ao mercado. Era melhor fazer a apresentação das contas com os planos já aprovados", declarou Carlos Tavares. Segundo o responsável, que falava aos jornalistas num encontro em Lisboa, "este é também o ponto de vista do Banco de Portugal". Recorde-se que os quatro bancos portugueses que foram sujeitos aos testes de stress europeus (CGD, BCP, BES e BPI) entregaram na sexta-feira ao BdP os seus planos de capitalização para atingirem, até junho, rácios core tier 1 de 9%. As propostas serão agora avaliadas e terão de receber luz verde quer do Banco de Portugal, quer da Autoridade Bancária Europeia (EBA). No total, as necessidades de reforço de capital dos maiores bancos portugueses identificadas pela EBA no início de dezembro último ascendem a 6950 milhões de euros. Ainda assim, menos 854 milhões de euros do que o montante divulgado pela entidade a 26 de outubro. Entretanto, o supervisor do mercado português lançou ontem para consulta pública o regulamento sobre informação, publicidade e comercialização de produtos financeiros complexos, cujo intuito é oferecer maior proteção aos investidores. ![]() ![]() ![]() 24/05/12, 08:40 Bosch vai criar 2 mil postos de trabalho na Alemanha este anoO grupo industrial alemão Bosch vai criar 2 mil postos de emprego na Alemanha em 2012, disse o diretor de24/05/12, 08:06 PepsiCo investe 1 milhão na fábrica do CarregadoA fábrica da PepsiCo/Matutano no Carregado instalou um projeto inovador na área da energia que vai permitir24/05/12, 01:06 Sonae surpreende com lucroO resultado líquido atribuível aos acionistas da Sonae afundou 86% no primeiro trimestre deste ano, recuando
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