Fuga de investidores estrangeiros fez cair investimento em 50% no imobiliário Negócios 11/01/12, 18:03OJE/Lusa O afastamento dos investidores estrangeiros do mercado imobiliário português foi uma das razões para que o investimento caísse 50% em 2011, revelou hoje o relatório da consultora Cushman & Wakefield. Segundo o documento, "o volume de ativos transacionados dificilmente irá superar os 300 milhões de euros, uma quebra superior a 50% face ao ano anterior" e que, para isso, terá contribuído o "risco do país, o principal fator de afastamento dos investidores estrangeiros". A consultora destaca que a redução do volume de investimento estrangeiro representou "apenas 15%" do total de 2011 quando costumava ser de 50%. Para além da fuga de investidores internacionais do mercado português, a C&W indica também outros fatores como as "dificuldades de liquidez" dos fundos de investimento nacionais, que, apesar de tudo, contribuíram com "cerca de 75% do capital investido". A justificar esta quebra está o volume de transação média, que foi de 6 milhões de euros em 2011 quando a média de toda a década se situou nos 18 milhões de euros, segundo a C&W. A consultora refere que o ano passado "bateu recordes mínimos" em vários indicadores, com a oferta de retalho com "procura tímida, a procura de escritórios "com novo mínimo da década" e o mercado industrial e de logística "próximo da estagnação". No mercado de escritórios, as "rendas médias tiveram quebras acentuadas, chegando a atingir valores de apenas um dígito" e com oferta disponível "em ascensão", o que pressiona os preços para baixo. O setor do retalho foi "afetado pela quebra no consumo", devido às "medidas de austeridade e falta de confiança que provocaram quebras históricas nas vendas do comércio a retalho". Outro fenómeno foi o travão nos planos de expansão dos retalhistas e a renegociação dos espaços atuais, refere a C&W. A consultora ressalta que ao longo de 2011 "apenas três projetos foram inaugurados", o Fórum Sintra, Aqua Portimão e Évora Retail Park, mas em contrapartida, o comércio de rua "mantém atratividade crescente". No setor industrial e de logística, a C&W refere a "quase estagnação do mercado", "adiamento dos projetos", e uma quebra no volume de negócios face à ausência de financiamento às empresas. Para 2012, a consultora considera que será "um ano tão ou mais difícil que 2011", sendo certo que "o mercado será afetado severamente pelo quase certo crescimento do desemprego, quebra no consumo privado e continuada escassez de financiamento". ![]() ![]() ![]() 24/05/12, 15:17 Jet2 inaugura ligação semanal Faro/BelfastA companhia aérea Jet2 inaugura no sábado uma ligação aérea entre Faro e Belfast, na Irlanda do Norte, que será assinalada com uma ação de boas-vindas24/05/12, 15:02 Novo bloco da Repsol no Brasil é uma das maiores descobertas do anoA empresa espanhola Repsol anunciou que o seu novo bloco petrolífero, encontrado recentemente ao largo da costa do Brasil, foi "uma das maiores descobertas no24/05/12, 12:46 Emirates descarta interesse na aquisição da TAPThierry Antinori, vice-presidente para a área de vendas de passageiros em todo do mundo da companhia aérea Emirates Airlines, afastou a hipótese de a24/05/12, 11:47 Holding Espírito Santo perde 85,5% no 1.º trimestreO lucro líquido da Espírito Santo Financial Group (ESFG) caiu 85,5% no primeiro trimestre do ano em comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo os |