Futuro da cimenteira da SLN é decidido amanhã Negócios 20/09/11, 17:55OJE/Lusa A Cimentos Nacionais e Estrangeiros, a chamada cimenteira da Sociedade Lusa de Negócios e declarada insolvente em Setembro de 2010, vai ver o seu futuro decidido em assembleia de credores amanhã com dois planos a votação. Em cima da mesa estão os planos de insolvência da própria Cimentos Nacionais e Estrangeiros (CNE) e o proposto por um conjunto de 12 credores, com a Caixa Geral de Depósitos (CGD) à cabeça de um grupo que inclui o maior credor (o Banco Português de Negócios), no sentido de recuperar o funcionamento daquela companhia, que tem um total de dívidas de 153 milhões de euros. O plano de insolvência da CGD prevê o pagamento dos créditos sobre a insolvência "até ao valor máximo de 42 milhões de euros, deduzido dos valores de amortização antecipada, até ao montante máximo de 1,3 milhões de euros" com perdão das dívidas restantes, segundo o documento a que a Lusa teve acesso e que também inclui a redução dos postos de trabalho dos actuais 71 para 42 na sequência da criação de uma nova sociedade. A viabilização da empresa, segundo o plano de insolvência dos 12 credores, assenta na "afirmação da nova sociedade como empresa industrial fiável no mercado do cimento", mas também no "desenvolvimento de uma parceria estratégica com uma empresa com experiência de actividade" no sector, sem referir qual, apesar de reconhecer que este é um sector "com um número muito reduzido de empresas". O plano da CNE prevê o pagamento de 70 milhões de euros aos credores e a manutenção da totalidade dos trabalhadores, segundo o seu plano de insolvência. O fundador da CNE e administrador da empresa, António Nogueira, acusou, em declarações à Lusa, o plano da CGD de ter o objectivo de "encerrar a empresa" e de "não ter condições para nem sequer ir a votação", acrescentando que a Sociedade Lusa de Negócios "nunca fez prova" de propriedade da cimenteira, apesar de reconhecer ter vendido uma participação maioritária na empresa à agora denominada Galilei. A CNE tem "trabalhado normalmente" desde há dois anos com uma facturação mensal entre os dois e três milhões de euros e 7% de quota de mercado, esclareceu António Nogueira à Lusa, que espera ver o plano de insolvência aprovado amanhã quando for a votos. O documento da CGD refere, por outro lado, que "o plano de insolvência do devedor não será o que melhor serve os interesses dos credores, tanto porque se revela estruturalmente frágil, pouco consistente e completamente desadequado da realidade do mercado do cimento em Portugal, como por, claramente, ser economicamente inviável caso sejam corrigidos os pressupostos irrealistas em que se baseia". Questionada pela Lusa sobre este assunto a CGD não quis fazer qualquer comentário. ![]() ![]() ![]() 24/05/12, 15:02 Novo bloco da Repsol no Brasil é uma das maiores descobertas do anoA empresa espanhola Repsol anunciou que o seu novo bloco petrolífero, encontrado recentemente ao largo da costa do Brasil, foi "uma das maiores descobertas no24/05/12, 12:46 Emirates descarta interesse na aquisição da TAPThierry Antinori, vice-presidente para a área de vendas de passageiros em todo do mundo da companhia aérea Emirates Airlines, afastou a hipótese de a24/05/12, 11:47 Holding Espírito Santo perde 85,5% no 1.º trimestreO lucro líquido da Espírito Santo Financial Group (ESFG) caiu 85,5% no primeiro trimestre do ano em comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo os24/05/12, 08:40 Bosch vai criar 2 mil postos de trabalho na Alemanha este anoO grupo industrial alemão Bosch vai criar 2 mil postos de emprego na Alemanha em 2012, disse o diretor de recursos humanos da empresa, Christoph Kübel, ao |