Moda espera pelo QREN Negócios 10/06/09, 09:25 Um ano depois da criação, o Pólo de Competitividade das Indústrias da Moda aguarda ainda a disponibilização de 20 milhões de euros provenientes do Quadro de Referência Estratégia Nacional (QREN) para arrancar com seis projectos. Os projectos foram entregues em Abril ao Ministério da Economia, o organismo responsável pela tutela do Pólo. Em declarações à Agência Lusa, o presidente do conselho de administração do pólo (cargo que assume enquanto presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal), João Costa, disse ter sido "um ano frutuoso" em que "foi feita toda a parte organizativa e de desenvolvimento e formatação do modelo" do pólo. "Fizeram-se todas as diligências que conduziram, em Outubro, à criação formal da Associação Pólo de Competitividade e Tecnologia das Indústrias da Moda, que é quem está a fazer a gestão das iniciativas organizadas", afirmou. O pólo foi criado com um capital inicial de 100 mil euros, distribuído pelas associações do sector têxtil ATP e ANIVEC/APIV, do calçado APICCAPS, da ourivesaria AIORN e dos Jovens Empresários ANJE, e pelos centros tecnológicos do têxtil e do calçado e o INESC. Para além destes organismos, que possuem 10% do capital cada um, participam ainda no pólo cerca de uma dezena de empresas, a Associação Moda Lisboa e a estilista Fátima Lopes, com um total de 20% do capital. Segundo João Costa, um dos projectos "âncora" do pólo é a criação do Instituto Português da Moda, a sedear no Porto, "preferencialmente num edifício emblemático da zona histórica" da cidade, e que "irá reunir todas as iniciativas de moda que se fazem em Portugal". "Será um organismo com uma liderança própria e certa autonomia em relação ao Pólo de Competitividade da Moda que, com os mesmo meios, se espera consiga melhores resultados" do que os obtidos até agora na área da moda em Portugal, explicou. De acordo com o presidente do pólo, "é um projecto ambicioso, mas com uma estrutura leve e fácil de trabalhar", que será "muito importante para a afirmação do país porque, actualmente, não há nada verdadeiramente unificador e coordenador na área da moda". Para além deste, os projectos que o pólo candidatou ao QREN enquadram-se na área da qualificação dos recursos humanos, da inovação e materiais avançados, da promoção externa (transversal aos sectores de actividade envolvidos) e da sustentabilidade e responsabilidade social. "O pólo tem um programa de acção abrangente e promissor, mas nada pode avançar até haver dinheiro do QREN", afirmou. Tendo os projectos sido apresentados no final de Abril, João Costa espera que "no próximo mês" haja já notícias quanto à sua aprovação pelo QREN, o que permitirá então começar a lançá-los no terreno. Para o presidente, "a partir do pólo será possível, desde que com os meios adequados, conseguir bons resultados na dinamização da economia do país, melhoria da competitividade das empresas, promoção e valorização dos produtos e subida na cadeia de v![]() ![]() ![]() 24/05/12, 15:48 Metro de Lisboa reduz prejuízo em 1,5% em 2011O Metropolitano de Lisboa fechou o ano de 2011 com um prejuízo de 146,1 milhões de euros, valor que representa uma redução de 1,5% em comparação com o ano24/05/12, 15:42 Acionistas processam FacebookQuatro dias após a entrada em Bolsa do Facebook, as ações da empresa subiram, mas a rede social enfrenta ações judiciais interpostas pelos acionistas.24/05/12, 15:17 Jet2 inaugura ligação semanal Faro/BelfastA companhia aérea Jet2 inaugura no sábado uma ligação aérea entre Faro e Belfast, na Irlanda do Norte, que será assinalada com uma ação de boas-vindas24/05/12, 15:02 Novo bloco da Repsol no Brasil é uma das maiores descobertas do anoA empresa espanhola Repsol anunciou que o seu novo bloco petrolífero, encontrado recentemente ao largo da costa do Brasil, foi "uma das maiores descobertas no |