Petroplus nega alegações de falência fraudulenta em França Negócios 26/01/12, 16:26OJE/Lusa A Petroplus, liderada por Patrick Monteiro de Barros, refutou hoje todas as alegações de falência fraudulenta que as autoridades francesas estão a investigar. Em comunicado, a empresa de petróleos refinados esclarece que no dia em que declarou insolvência, a 23 de janeiro, a subsidiária francesa Petroplus Marketing France SAS "tinha um saldo no Deustche Bank de 124 milhões de euros e 59 milhões de dólares" e que, durante esse dia, o banco alemão, um dos credores da empresa, colocou esse dinheiro no âmbito do Revolving Credit Facility (Linhas de Crédito Rotativo). Ou seja, o montante que estava numa conta à ordem da Petroplus foi indexado à conta relativo ao crédito rotativo que a Petroplus tem com o Deutsche Bank. A empresa com sede na Suíça frisa no comunicado que "nenhuma entidade jurídica da Petroplus forneceu quaisquer instruções ou tomou qualquer ação para transferir estes montantes", não esclarecendo de quem foi a iniciativa. O empresário Patrick Monteiro de Barros disse à Lusa que a suspeita "não tem qualquer fundamento", adiantando que "vai ser emitido um comunicado que explica que se trata de uma conta caucionada que foi saldada por ação do banco detentor da caução sem qualquer intervenção da empresa". O Ministério Público francês abriu uma investigação à Petroplus, liderada por Patrick Monteiro de Barros, por falência fraudulenta, disse hoje uma fonte judicial, citada pela AP. O procurador-geral de Nanterre, nos arredores de Paris, abriu um inquérito com a suspeita de que a Petroplus-França, com uma refinaria na Normandia, em Petit Couronne, terá desviado 100 milhões de euros das suas contas, disse a mesma fonte. Segundo a AP, a polícia francesa revistou os escritórios da sede em Paris, na zona de La Defense, na manhã de quarta-feira, bem como o Deutsche Bank, onde a empresa tem as suas contas. A refinaria francesa emprega 550 pessoas e está parada desde o início de janeiro, logo após o congelamento das linhas de crédito por parte dos bancos à Petroplus. A empresa onde Patrick Monteiro de Barros é presidente não executivo e acionista, iniciou hoje o processo de insolvência e proteção de credores, uma ação que se estendeu às suas filiais na Alemanha e França. Na Alemanha, em Ingolstadt, a filial da Petroplus, que tem sede na Suíça, pediu a abertura de um processo de insolvência, tendo sido nomeado um administrador judicial. Na terça-feira, a Petroplus anunciou que não conseguiu um acordo com os seus credores para obter novas linhas de crédito no valor de 2 mil milhões de dólares (1,5 mil milhões de euros), essencial para que as refinarias continuassem a produzir, e declarou insolvência. Em dezembro, a Petroplus revelou que os bancos lhe tinham congelado uma linha de crédito de mil milhões de dólares e a partir daí começaram os problemas. A empresa liderada por Patrick Monteiro de Barros é a maior empresa independente de refinação de petróleo na Europa, com uma capacidade de produção de 667 mil barris diários nas suas cinco refinarias e cerca de 3 mil trabalhadores. ![]() ![]() ![]() 24/05/12, 18:17 Soares da Costa já rescindiu contrato por mútuo acordo com 300 trabalhadoresA Soares da Costa, no âmbito do programa de redução de efetivos, já rescindiu contrato por mútuo acordo com 300 trabalhadores, disse hoje à Lusa o presidente24/05/12, 15:48 Metro de Lisboa reduz prejuízo em 1,5% em 2011O Metropolitano de Lisboa fechou o ano de 2011 com um prejuízo de 146,1 milhões de euros, valor que representa uma redução de 1,5% em comparação com o ano24/05/12, 15:42 Acionistas processam FacebookQuatro dias após a entrada em Bolsa do Facebook, as ações da empresa subiram, mas a rede social enfrenta ações judiciais interpostas pelos acionistas.24/05/12, 15:17 Jet2 inaugura ligação semanal Faro/BelfastA companhia aérea Jet2 inaugura no sábado uma ligação aérea entre Faro e Belfast, na Irlanda do Norte, que será assinalada com uma ação de boas-vindas |