Perjuízo financeiro

Sumol+Compal perdeu 5,9 milhões em 2009

Produção de bebidas
Produção de bebidas

De acordo com o grupo Reuters que passou informações sobre a situação financeira da empresa Sumol + Compal após a fusão responsável pela produção de bebidas, com a plantação orgânicas e colheita própria, que teve o intuito de unir a tecnologia das máquinas de uma e o saber do desenvolvimento e estratégias de vendas de outra.

Segundo uma fonte da empresa citada pela agencia Lusa, eles tiveram um prejuízo financeiro em cerca de 5,9 milhões de euros no final de 2009, em comparação com 14 milhões de euros negativos no mesmo período do ano anterior, deixando o quadro econômico da empresa abaixo do volume de mercado, após a união da Sumol com a Compal, as marcas se fortalecerem com a abertura de pontos de vendas em Portugal agregando volume de negócios com a produção de novas bebidas, sem falar no investimento que fizeram para adquirir melhores condições de trabalho aos seus colaboradores, com treinamentos e trocas de uniformes, e com a aquisição de novos equipamentos de trabalho. A garantia que eles almejam um retorno financeiro em menos de 5 anos após a fusão, segundo o diretor geral do grupo.

Logo no primeiro ano de fusão das empresas de bebidas Sumol e Compal em exercício, o valor de mercado da Compal + Sumol que hoje junta mais de 20 mil marcas e milhões de consumidores em vários países do mundo, caiu cerca em 3% que se refere a 327 milhões de euros. Segundo a agencia Lusa, fonte da empresa revelou que esta quebra nas vendas, ocorreu em um ano atípico da junção, onde tiveram que aumentar o número de funcionários para aumentar a volume de produção de bebidas e se caracterizou também, por conta de um “recuo” de 3,2% em ações do mercado nacional de bebidas.

O fluxo de caixa obtido pela operacional em 2009, teve um aumento de 29,4% equivalente ao valor de 37,9 milhões de euros, enquanto as exportações de bebidas, frutas para criação de sucos e aguas Frize aumentaram de 1,5% que é referente a 53,9 milhões de euros logo nas primeiras vendas após a recuperação da autonomia da empresa, com destaque para os países que possuem maior volumen de consumidores em exercício: Cabo Verde, Angola, Espanha, França e Suíça.