“As empresas de Consultoria de RH poderão ser um parceiro das PME” ![]() ![]() 26/01/12, 00:12 Um parceiro, no sentido de ajudá-las a identificar
necessidades e otimizar a implementação de medidas que permitam uma melhor adequação
dos
RH às necessidades internas e do mercado, explica - explica
o diretor
Comercial e de Marketing do grupo Egor, José Quintino. O que é que as empresas de recursos humanos podem fazer pelas pequenas e médias empresas? Criar e obter vantagem competitiva no mercado não são preocupações exclusivas das áreas de negócios das empresas. Atualmente, dada a forte competitividade do mercado, é necessário encontrar também vantagens na vertente de recursos humanos (RH). É cada vez mais importante, para que uma empresa seja competitiva face a outras, que possua RH qualificados, alinhados com as caraterísticas dos negócios e com competência para desempenhar o trabalho e alcançar com sucesso os objetivos traçados. Na situação atual que vivemos em Portugal, as PME acabarão
por funcionar como um motor importante para que a nossa economia possa sair da
situação difícil em que se encontra, nomeadamente ao nível da aposta nas
exportações e também no direcionamento para mercados emergentes. As empresas de Consultoria de Recursos Humanos poderão ser
um parceiro das PME, no sentido de ajudá-las a identificar necessidades ao
nível das políticas de recursos humanos e, posteriormente, otimizar a
implementação de medidas/metodologias que permitam uma melhor adequação dos
recursos humanos às necessidades internas e do mercado. Encontrar políticas de remuneração que retenham os talentos
das organizações e possam facilitar a captação de outros vindos do exterior;
apostar em políticas de recrutamento rigorosas e exigentes; desenvolver métodos
de formação motivadores e eficazes, capazes de melhorar as competências
pessoais e profissionais, bem como definir claramente etapas de evolução de
carreira, baseadas em avaliações de desempenho objectivas, são, por exemplo,
algumas das mais-valias que as empresas de RH podem aportar às PME. Que valor
acrescentado traz o grupo Egor às PME na área do talento?
O grupo Egor tem um leque de serviços bastante alargado, o
que permite atuar na realidade dos clientes em áreas diversificadas, que vão
desde o recrutamento, à formação, passando pela vertente de desenvolvimento e
coaching, até às áreas de trabalho temporário, outsourcing e incentivos. Esta diversidade permite que consigamos, para um mesmo
cliente, desenvolver projetos em áreas distintas, mas, simultaneamente, de modo
integrado. Por exemplo, é possível desenvolver "à medida", para um cliente, um
assessment center onde o objetivo seja identificar talentos que se destaquem
numa dada organização e, posteriormente, criar um plano de formação que tenha
como objetivo melhorar algumas competências que, apesar de tudo, ainda estejam
pouco desenvolvidas e/ou que necessitam de ser estimuladas. E nas áreas da
formação, do trabalho temporário e do outsourcing?
Na área da formação, apostamos em metodologias dinâmicas que
levam os participantes a "aprender" como fazer e que são sempre adequadas à
realidade de cada cliente e de cada negócio. Na vertente de Trabalho
Temporário, o facto de possuirmos internamente mais-valias nas áreas de
recrutamento, permite-nos desenvolver métodos de seleção céleres, mas sem
esquecermos o rigor que cada vez mais os clientes exigem. Na vertente do
Outsourcing, as mais-valias ao nível do recrutamento, formação e gestão das
equipas permitem-nos atuar em diversas realidades nos nossos clientes, por
exemplo, nas vertentes de call center, operações, promoção e reposição, backoffice
e auditorias entre outras. Num contexto de não
aumento de salários, como se melhoram os
benefícios dos
trabalhadores? Embora não seja somente a questão remuneratória que gera
motivação nos trabalhadores, é, de qualquer modo, algo que não podemos descurar,
ainda para mais numa altura em que nos deparamos com uma necessidade da maioria
das empresas em reduzir custos e, paralelamente, assistimos a um aumento dos
impostos sobre o rendimento dos trabalhadores. Esta situação tem, obviamente,
repercussões no valor da remuneração mensal e, consequentemente, no poder de
compra, que acaba por decair. Assim, como a maioria das empresas não irá
apostar, no presente, no aumento das remunerações, há que encontrar outras
formas de poder dar outros benefícios aos colaboradores. Deste modo, criar
determinados protocolos com algumas instituições ou entidades (creches,
seguradoras, restaurantes, entre outras.....) que possam proporcionar aos
colaboradores (e ao seu agregado familiar) melhores condições ao nível das
necessidades do dia a dia, poderá ser algo a não descurar nesta fase. ![]() ![]() |