“Gostamos de trabalhar com as PME e não de fazer pelas PME” ![]() ![]() 26/01/12, 00:14 A Psicoforma constrói soluções que englobem conteúdos que as empresas já tenham, sublinha
a diretora de Recursos Humanos do grupo
Randstad e diretora da Psicoforma,
Catarina Horta. As PME trabalham em níveis de excelência nas suas áreas de negócio e nem sempre são tão eficientes em áreas não core, para se concentrarem no que é essencial. As empresas de recursos humanos ao serviço das PME trazem expertise e eficácia cirúrgica. Na Psicoforma, nas áreas comportamentais, e na
Solisform, na área da formação técnica, entendemos que a melhor parceria que
podemos proporcionar aos nossos clientes é intervir nos momentos certos para
lhes retirar trabalho e fornecer-lhes processos que aumentem a sua eficiência
operacional. Dou um exemplo disso mesmo - estamos a desenvolver um projecto de
"RH chave na mão" que gere toda a formação das PME em regime de outsourcing,
garantindo o preenchimento do Relatório Único, bem como o número de horas de
formação obrigatórias por colaborador, aproveitando o know-how interno da
empresa, bem como as necessidades de formação e desenvolvimento. Gostamos de
trabalhar com as PME, e não de fazer pelas PME. Por isso, construímos soluções
que englobem conteúdos que as empresas já tenham - afinal, se estas vingaram e
estão no mercado, é porque têm algo de valioso e único. O que trazemos são
metodologias de replicação do conhecimento e de transmissão do mesmo dentro da
organização. Que valor aporta
especificamente à Psicoforma às áreas
da formação e da retenção do talento?
Gostamos de dizer que somos bons em tudo o que fazemos, mas
não fazemos tudo em formação. Somos
especialistas nas áreas de atendimento, relação com o cliente, coaching - por
pedidos do mercado temos vindo a desenvolver grandes projetos nesta área - formação
on-the-job e área comercial. Nesta área em particular, temos vindo a
desenvolver projetos em que damos formação no próprio local de trabalho,
associado a zonas de formação de proximidade. Assim, os colaboradores não
perdem tempo em deslocações e não há perda de produtividade. Compreendemos que,
em formação, mais do que falar, o sentir é importante, o facto de sermos uma
das empresas de formação mais antigas no mercado leva-nos a acreditar que
programas dinâmicos e motivacionais, que podem ser enquadrados num jantar ou
almoço de empresa, numa reunião de quadros, num evento geral de empresa, são
também programas que proporcionam experiências fortes. Um "boatpaper", a
confeção do próprio almoço ou a construção de um espetáculo em que cada
colaborador faz parte integrante como actor, músico ou bailarino, são apenas
algumas das soluções que desenvolvemos, mas que têm marcado o nosso percurso na
formação comportamental pelo "sair da caixa". Com o aumento do
desemprego, as empresas tendem a ser mais criativas. Não aumentando os
salários, como melhoram os benefícios dos trabalhadores?
Há duas áreas que são eternamente mal classificadas nos
inquéritos de clima nas empresas - as compensações e a comunicação. Numa altura
de crise e de contenção salarial, surge uma oportunidade para as empresas melhorarem
a comunicação com os seus colaboradores e para desenvolverem um ambiente
positivo. A prova de que este é importante vê-se em situações de clima económico favorável - as pessoas que mudam de
emprego não o fazem apenas pelas condições económicas, mas pela mudança de
clima e porque querem mudar de chefe, dizem muitas vezes nas entrevistas de
saída. Também nesta área é possível desenvolver processos simples - só os
processos simples funcionam com o tempo - que se apliquem a estruturas PME, com utilização fácil e que permitam
tornar as organizações mais felizes para quem as integra. ![]() ![]() |