| true- Quinta-Feira 24 Maio de 2012
Informação financeira da Euronext, disponibilizada por
Comstock
- A Division of Interactive Data Corporation.
 29/09/11, 00:09 OJE Em contra-ciclo com o mercado, esta empresa especializada no renting para PME de baixo valor continua a expandir a sua actividade em Portugal, preparando-se para colocar no mercado três novos produtos no início do próximo ano. A Grenke Renting tem o seu enfoque, ou core business, no renting de equipamentos de TIC de baixo valor para PME. Ou seja, no renting de pequenos projectos de investimento em tecnologia de informação e comunicação, como é exemplo o financiamento de hardware (computadores, fotocopiadoras, impressoras, servidores), software, sistemas de comunicações, segurança, entre outros equipamentos tecnológicos. "Este é o nicho de mercado que escolhemos e a nossa principal vantagem competitiva", salienta Rui Franco, Senior Account Manager desta empresa especializada no renting para PME de baixo valor. Qual é a estratégia da Grenke para o mercado português? Somos líderes e especialistas no renting para PME de baixo valor (desde 500 euros de financiamento), com o know-how do grupo Grenkeleasing AG com mais de 30 anos de experiência no mercado. E somos a única empresa em Portugal com este posicionamento, sendo que não será nossa estratégia diversificar a nossa oferta, mas sim complementá-la. No âmbito dessa estratégia, está previsto o lançamento de novos produtos? Sim. A Grenke lançará, já em Janeiro de 2012, três novos produtos que vão complementar a sua oferta de renting. Destes três, destacamos a cobrança por parte da Grenke, para além das rendas do renting, do serviço de manutenção dos equipamentos que é prestado pelo revendedor ao cliente, em vez de ser o próprio revendedor a assumir respectiva cobrança à PME. Isto significa que apenas uma entidade - a Grenke - realizará o débito de serviços à PME que resultam do projecto de investimento financiado. Este serviço irá, de acordo com a nossa experiência, ao encontro das necessidades de revendedores e PME e potenciará ainda mais o seu envolvimento com a Grenke e a nossa qualidade de serviço. O segundo produto considera, caso os mesmos equipamentos possuam contador, a contabilização de consumo, a cobrança de cópias ao locatário de máquinas fotocopiadoras. Exemplo: cópias excedentes às que foram contratadas entre revendedor e PME. O terceiro produto encontra-se ainda em fase de testes na nossa sede na Alemanha. Em seu entender, quais são as vantagens que o renting oferece a nível da gestão financeira das PME? Existem três vantagens principais e muito objectivas do renting para a gestão financeira das PME. Em primeiro lugar, o incentivo à preservação da liquidez das empresas, ou seja, o incentivo ao financiamento faseado do investimento em equipamentos com prestações fixas e, consequentemente, com planeamento total de custos futuros. Portanto, pagamentos fixos e regulares (por exemplo: mensais ou trimestrais), ao invés de custos iniciais elevados de investimento. Em segundo lugar, o renting proporciona benefícios fiscais às PME. As rendas liquidadas são integralmente aceites como custo do exercício a que respeitam com dedução a 100% em sede de IRC. Assim sendo, o renting não interfere com linhas de crédito que, potencialmente, as PME poderão vir a necessitar para as suas actividades correntes e que produzem lucro. Em terceiro lugar, o renting promove a renovação e modernização dos equipamentos. Promove a competitividade das PME num mercado em permanente mudança, minimizando o risco de obsolescência dos equipamentos, com benefícios para a sua gestão financeira. Quantos pedidos de financiamento receberam nos primeiros meses deste ano? Recebemos semanalmente, nos três escritórios da Grenke em Portugal (Lisboa, Porto e Leira), em média, 250 pedidos de financiamento de PME. Significa que, só em 2011, foram cerca de nove mil as empresas que solicitaram financiamento através de renting à Grenke. Para a dimensão e pouca maturidade do mercado português neste tipo de ferramenta financeira, as expectativas a curto e médio prazo são muito optimistas. Qual o número de contratos e o montante dos financiamentos? Temos actualmente 3020 contratos de renting financiados que totalizam 21,2 milhões de euros, o que corresponde a uma média de valor de operação de 7 mil euros e o financiamento de mais de 80 contratos/semana, sendo que a previsão de crescimento no volume de financiamento para este ano é de 28% face a 2010, ano em que financiámos 24 milhões de euros, crescimento muito significativo, atendendo à conjuntura actual e falta de confiança existente entre empresários e gestores de PME. De referir igualmente o importante crescimento registado no número de revendedores de equipamentos (agentes/integradores na área das TIC) que colaboram em parceria com a Grenke. No total, são 940 revendedores activos, mais 180 revendedores activos face a igual período em 2010.
Em que medida as dificuldades financeiras das PME estão a impulsionar o recurso ao renting? Efectivamente, devido ao actual contexto de crise financeira, temos tido uma maior procura de pedidos de renting por parte das PME, o que tem impulsionado o nosso crescimento. A dificuldade de acesso aos mercados financeiros por parte de bancos comerciais e instituições financeiras presentes em Portugal tem condicionado a sua liquidez e a injecção de financiamentos à economia e, consequentemente, diminuído a capacidade destas instituições para conceder crédito às PME. De acordo com dados de Agosto divulgados pelo Banco de Portugal, o volume de empréstimos concedidos pelas instituições financeiras nacionais continua a diminuir. Foram também maiores as restrições financeiras às empresas para as operações de baixo valor, ou seja, nas operações que são o nosso enfoque. A Grenke encontra-se, portanto, em contra-ciclo com o mercado. Temos a vantagem de pertencer ao grupo multinacional alemão Grenkeleasing AG, um grupo independente de bancos, com solidez financeira e capacidade de liquidez para injectar na economia. Quais os trunfos com que contam para crescer no mercado português? Para além da crescente procura, necessidade e dificuldade no acesso ao crédito por parte das PME, que representam mais de 99% do tecido empresarial português e cerca de 60% do volume de negócios do País, a Grenke beneficia também do facto de o renting estar ainda pouco dinamizado em Portugal. É esta a nossa maior motivação na Grenke. Informar o mercado, os revendedores de equipamentos e os gestores das PME em Portugal sobre os benefícios do renting e a simplicidade de acesso a este tipo de solução de financiamento. Por exemplo, na Grenke, num processo que não utrapasse os 50 mil euros, a análise e resposta do financiamento é dada, no limite, em 20 minutos sem burocracia. Esta simplicidade operativa promove a concretização de vendas dos revendedores às PME e a realização imediata dos projectos das respectivas PME. Em síntese, com estes procedimentos, estamos a criar valor quer para os revendedores de equipamentos, bem como para as PME, que vêem os seus projectos de investimento ou modernização de equipamentos tecnológicos concretizarem-se, melhorando a sua competitividade.
Aluguer operacional de equipamento O renting, mais conhecido no sector automóvel, tem vindo a ganhar terreno na informática e nos equipamentos de escritório, posicionando-se como a solução mais lógica para as pequenas e médias empresas nestes tempos de abrandamento económico. Conheça a oferta da Futurdata e da Newrent e as soluções de financiamento para bens de baixo valor da Grenke Renting. Com os negócios em ritmo lento, as pequenas e médias empresas (PME) estão a cortar no investimento em soluções e equipamentos tecnológicos, com amortização a vários anos e um financiamento, que quase sempre obriga a uma entrada inicial em função do valor total e prestações mensais subsequentes. A alternativa é o renting, ou aluguer operacional, como também é designado, na medida em que dá às empresas a possibilidade de se manterem tecnologicamente actualizadas sem perderem liquidez financeira. Transformar o investimento num serviço com pagamentos mensais fixos, dedutíveis no exercício fiscal parece, assim, estar a funcionar como solução na aquisição de computadores de secretária, portáteis, impressoras, multifunções e, de forma geral, todo o tipo de software.
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