Os riscos inerentes ao crédito. Previna-se contra o aumento das taxas de juro ![]() ![]() 26/04/10, 20:24 Quando se aborda com particulares o risco inerente às acções e/ou obrigações (títulos de crédito a Estados e títulos de propriedade de empresas) é evidente que a palavra "risco" é associada às acções, parecendo o crédito, em geral, ausente de riscos. Tal deve-se fundamentalmente a dois factores:
Então como apreciar hoje os riscos inerentes ao crédito?
Assim, só há uma coisa a fazer e quanto antes : Procurar converter empréstimos a taxas variáveis em empréstimos a taxas fixas. O que os bancos não gostam muito de fazer, mas se torna fundamental numa gestão das dívidas.
Estas taxas crescentes antecipam precisamente a eventual, ou digo mesmo certa, subida das taxas de juro. Ora quando as taxas subirem, os antigos empréstimos ou depósitos (que são empréstimos aos bancos) vão-se desvalorizar. Assim a enorme tendência dos portugueses pelo investimento com rendimentos garantidos vai-se transformar em importante fonte de menor rendimento ou mesmo de menos-valias, se não puderem ou quizerem esperar pelo vencimento dos produtos de crédito. Como fugir a este risco? Evidentemente procurando emprestar a taxas variáveis ou ainda melhor investir em carteiras ou fundos de acções. Uma última conclusão: As arbitragens acima referidas, se normais numa gestão profissional, não são acessíveis à maioria dos aforradores a quem falta a optimização do "timing" certo para as fazerem. Mas um produto como uma carteira mista acções /obrigações como um PPR gerido por um profissional, proporciona não só este serviço de gestão como consegue obter rentabilidades que nos últimos doze meses atingem valores superiores a 20%. Tem de procurar tais profissionais e confiar-lhes a gestão da sua poupança. E não "comprar produtos" ![]() ![]() |